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São mais de 3000 trabalhadores não docentes das escolas que no final de Agosto não vão ter o contrato renovado. 

Desde logo, os trabalhadores assistentes operacionais ou assistentes técnicos, contratados à hora que, apesar de ao longo do ano terem estado a satisfazer comprovadamente as necessidades permanentes, não vão são considerados para efeito de renovação do contrato.

Neste caso, muitas escolas irão sentir a imensa dificuldade em garantir o normal funcionamento, já na abertura do próximo ano letivo e, por sua vez, o que ainda agrava mais, é o facto do Ministério ter de voltar a fazer novos contratos face à grave falta de pessoal não docente.

Ainda, os trabalhadores técnicos especializados (em várias áreas como: terapeutas da fala, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, psicólogos, técnicos de serviço social, educadores sociais, animadores socioeducativos e intérpretes de língua gestual), que estão obrigados todos os anos a concursos e a condicionantes verdadeiramente atrofiantes, sem qualquer certeza futura ou estabilidade, quando afinal há uma necessidade imensa destes trabalhadores, e quando bastaria, no imediato, a sua renovação e a consequente vinculação por tempo indeterminado.

Além de mais, criam-se expetativas que vão sendo geradas e alimentadas pelo Governo e, neste caso, pelo Ministério da Educação que, para além de injusto é ofensivo aos próprios trabalhadores.

O Sindicato, com a Federação, vão continuar a lutar e a defender a integração destes trabalhadores no vínculo efetivo, a tempo completo, inseridos no contrato por tempo indeterminado.

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