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O final do ano é normalmente um momento excecionalmente solidário. Imbuídos do espírito Natalício, pessoas e empresas procuram ajudar o outro na medida das suas possibilidades. A sociedade como que desacelera da sua dinâmica frenética do dia a dia e passa a encarar o mundo com outros olhos, com uma Visão Solidária. O ano está a terminar e torna-se urgente trazer mais equilíbrio para uma maior e melhor distribuição dos recursos, procurando colmatar situações mais dramáticas ou apoiar instituições que fazem da sua missão ajudar os outros.

Multiplicam-se as iniciativas de Responsabilidade Social, onde empresas e pessoas em parceria com instituições, procuram sensibilizar para o trabalho diário destas últimas, contribuindo para que estas sejam sustentáveis e consigam prosseguir os seus objetivos, tão necessários à sociedade.

A consciência de que as empresas são atores sociais, e que o seu papel é mais do que oferecer os seus produtos e serviços em troca de um valor considerado justo, é fundamental nos dias de hoje. Há dimensão de cada uma, as empresas esforçam-se em guardar uma parte para devolver diretamente à sociedade, contribuindo para uma comunidade coesa, solidária e responsável.

O final do ano é também um momento da Família. Felizmente muitas foram as mesas cheias de pessoas, com os patriarcas à cabeceira, rodeados de filhos, netos, irmãos, sobrinhos e primos. A família é a base de qualquer sociedade. É nela que tudo nasce e onde tudo termina. A existência de laços, a sua manutenção, preservação e reforço ao longo do tempo são a base para uma vida equilibrada, saudável e proativa.

As estradas enchem-se de carros com aqueles que atravessam o país, e por vezes mesmo as fronteiras, para estarem junto daqueles que mais gostam e que mais gostam de si. Distâncias que noutra altura do ano são difíceis e longas, tornam-se curtas face ao objetivo dos abraços, do carinho, do riso e da ansiedade das crianças em abrir os presentes, para verem se o “Pai Natal” leu bem a sua carta e respondeu aos seus desejos.

Mas porque este espaço é dedicado à Visão venho relembrar-vos como a família e a hereditariedade também têm um papel fundamental na visão de cada um de nós. Nas noites de Natal à mesa, por vezes existe um grupo de pessoas que têm algo ainda mais em comum do que os restantes, os óculos.

De avós para pais, de pais para filhos, sabemos que a existência de uma ametropia mais acima na árvore genealógica aumenta em muito a probabilidade de os descendentes virem a necessitar de óculos. Há muito que o erro refrativo, até determinado grau, não é considerado uma doença, mas sim uma característica que tende a passar gerações.

Esta circunstância faz com que as crianças de pais com ametropia reconhecida sejam observados com especial atenção e o mais precocemente possível. O desenvolvimento saudável e equilibrado de qualquer criança também está diretamente relacionado com o desenvolvimento do seu sistema visual. E por tudo isto, no próximo ano não se esqueça de realizar uma avaliação visual a si e toda a família para verem 2017 com bons olhos.

O final do ano é sempre um momento de Balanço.

No meio empresarial o ano de 2017 já começou há alguns meses. Estratégia, objetivos, planeamento, orçamento, são palavras sempre presentes no último trimestre do ano na preparação do próximo. Nos últimos dias do ano revemos as estratégias de implementação e vimos se “as tropas” estão alinhadas. Em conjunto com o espírito natalício e festivo, existe normalmente um ambiente alegre e positivo, de expetativa otimista quanto ao futuro.

De uma forma geral e em jeito de balanço, todos procuramos olhar com algum distanciamento o que foi o nosso percurso, avaliar o que fizemos menos bem, onde podemos melhorar, que “resoluções” positivas podemos e devemos fazer para o novo ano que se avizinha. É importante ter uma Visão de Futuro, mas mais ainda que essa Visão seja Solidária: em primeiro lugar connosco próprios; com a família e com todos os que nos rodeiam, na construção de um mundo melhor, para podermos ser realmente Felizes.

Termino com essa mensagem, de alegria e otimismo para 2017. Sabemos que o copo não está cheio, mas quando brindar na entrada de 2017, o que importa é sempre a parte que está preenchida. Faça deste o lema para 2017 e olhe sempre para a parte cheia do copo.

Boas entradas em 2017!

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