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João Benta (RP-Boavista) ganhou a quarta e última etapa do Troféu Joaquim Agostinho, uma ligação de 162 quilómetros entre S. Martinho do Porto e o alto da Carvoeira, que coroou Amaro Antunes (W52-FC Porto) vencedor do Grande Prémio. 

A etapa foi anormalmente calma, sem qualquer movimentação dos pretendentes à camisola amarela de Amaro Antunes, acabando por trazer alguma emoção apenas nos derradeiros 2 quilómetros, sempre a subir até à meta, coincidente com um prémio de montanha de terceira categoria.

A viagem foi animada por um grupo de onze fugitivos, dos quais resistiu quase até ao final António Barbio. O corredor da Efapel entrou isolado no último quilómetro, mas não resistiu à aproximação do grupo dos favoritos, sendo apanhado nas derradeiras centenas de metros.

João Benta foi o mais rápido do grupo principal, batendo ao sprint o vencedor da edição transata do Troféu Joaquim Agostinho, Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), e Amaro Antunes, segundo e terceiro, respetivamente.

“Vim para esta corrida com intenção de testar a minha capacidade. É claro que gostaria de ter vencido pela terceira vez consecutiva no alto de Montejunto, mas fui um homem muito marcado nesse dia. Não foi possível vencer nesse dia, mas ganhei hoje, num local que me traz boas recordações, porque foi aqui que me coroaram vencedor do Grande Prémio, em 2015. É um resultado que me motiva para a Volta a Portugal”, frisa João Benta.

Amaro Antunes terminou a corrida no topo da geral individual, com 15 segundos de vantagem sobre Rinaldo Nocentini e com 18 segundos face a Frederico Figueiredo (Sporting-Tavira). O algarvio acabou por viver uma espécie de etapa de consagração, já que não se verificou qualquer ataque da concorrência direta.

“Não podemos prever a corrida que os adversários vão fazer. Nós cumprimos o nosso plano, como previsto antes da etapa, trabalhando para manter a camisola amarela. É um orgulho muito grande conquistar uma corrida com tanta história como o Troféu Joaquim Agostinho”, confessou Amaro Antunes.

O corredor da W52-FC Porto juntou à geral individual as classificações por pontos, da montanha e do combinado. José Neves (Liberty Seguros/Carglass) foi o melhor jovem e César Martingil (Liberty Seguros/Carglass) leva para casa a camisola das metas volantes. A W52-FC Porto triunfou por equipas.

Classificações

4.ª Etapa: S. Martinho do Porto – Parque Eólico da Carvoeira, 162 km

1.º João Benta (RP-Boavista), 4h14m06s (Média: 38,158 km/h)

2.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), mt

3.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), mt

4.º Frederico Figueiredo (Sporting-Tavira), mt

5.º Bruno Silva (Efapel), mt

6.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), mt

7.º David Rodrigues (RP-Boavista), mt

8.º David de la Fuente (Louletano-Hospital de Loulé), mt

9.º José Neves (Liberty Seguros/Carglass), a 6s

10.º Pablo Torres (Burgos BH), a 12

Geral Individual

1.º Amaro Antunes (W52-FC Porto), 16h22m17s

2.º Rinaldo Nocentini (Sporting-Tavira), a 15s

3.º Frederico Figueiredo (Sporting-Tavira), a 18s

4.º João Benta (RP-Boavista), a 40s

5.º José Neves (Liberty Seguros/Carglass), a 44s

6.º Vicente García de Mateos (Louletano-Hospital de Loulé), a 52s

7.º Sérgio Paulinho (Efapel), a 54s

8.º Pablo Torres (Burgos BH), a 1m11s

9.º Edgar Pinto (LA Alumínios-Metalusa BlackJack), a 1m19s

10.º David de la Fuente (Louletano-Hospital de Loulé), mt

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