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FESTÍCIO BLOQUISTA – AUTÁRQUICAS TORRES VEDRAS 2017 – 23 DE SETEMBRO

Realizou-se no dia 23 de Setembro, na Praça da Batata, uma Festa/Comício (FESTÍCIO) do Bloco de Esquerda em Torres Vedras, com a participação do líder do Grupo Parlamentar do BE, Pedro Filipe Soares.

A iniciativa teve inicio com a leitura de um poema de Alexandre O’Neill cuja alusão à “situação” conservadora em que se encontra ainda hoje a democracia nos municípios portugueses, provocou a intervenção do deputado bloquista que relembrou a urgência da cidadania activa e da participação plural dos cidadãos na vida pública e quotidiana dos municípios.

Para que tal aconteça na prática, frisou Pedro Soares, é preciso votar no Bloco de Esquerda para que não haja maiorias absolutas nos executivos municipais, de forma a não permitir o exercício do poder absoluto e a imposição de um modelo castrador da iniciativa individual e colectiva dos torrienses.

Salomé Abreu, mandatária para a juventude e candidata à CMTV, salientou a necessidade de se criarem mecanismos e procedimentos transparentes de apoio à iniciativa dos jovens nos mais diversos âmbitos, sem restringir o acesso aos meios e aos apoios públicos a alguns poucos.

Rui Matoso, candidato à Câmara Municipal, salientou a importância de votar no Bloco de Esquerda para meter o Bloco lá dentro, na Câmara e na Assembleia Municipal. A justificação para este voto no BE prende-se essencialmente com o historial de intervenções na assembleia e na crítica ao poder político vigente em Torres Vedras. O candidato bloquista denunciou ainda como a propaganda e a cosmética ambiental, que nos provoca a alucinação colectiva viver num “mar de rosas” de prémios e galardões, mas que na verdade não correspondem minimamente a boas práticas ambientais.

Por fim, Rui Matoso, congratulou-se com o “prémio” que, apesar de tardiamente, o Partido Socialista lhe conferiu ao usar no programa eleitoral do PS as suas ideias na área das políticas culturais, bem como ter vindo a dar-lhe razão, ao longo dos últimos tempos, quer seja no que diz respeito ao uso indevido de herbicidas na via pública, ou à prática das podas radicais de árvores (podas camarárias). Mais vale tarde do que nunca!

Para terminar o Festício de forma criativa e interventiva, foram convidados a participar dois colectivos artísticos de Torres Vedras: o grupo de percussão Gondutigui e a Companhia Saguim (circo contemporâneo).

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