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O deputado social-democrata Duarte Pacheco será o cabeça de lista do PSD à Câmara de Torres Vedras nas próximas eleições, uma candidatura autárquica revelada pelo próprio durante os trabalhos da comissão parlamentar de inquérito ao Novo Banco.

A troca de argumentos entre PS e PSD sobre o requerimento socialista para ouvir na comissão de inquérito ao Novo Banco o antigo secretário de Estado do Governo PSD/CDS-PP e agora candidato à Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, acabou por resultar no anúncio, pouco habitual, de uma candidatura nas próximas eleições autárquicas.

“O único dado novo que identificamos aqui é que o doutor Carlos Moedas é hoje candidato autárquico. Eu disponibilizo-me, desde já. Eu também sou candidato autárquico à Câmara de Torres Vedras, se acharem oportuno chamarem-me para eu vir aqui depor”, ironizou o deputado do PSD Duarte Pacheco.

O deputado foi mais longe e disse ter “a certeza” de que o presidente da comissão, Fernando Negrão, que será candidato pelo PSD à Câmara de Setúbal também “estará disponível para depor nesta comissão se assim os senhores entenderem”.

Fonte do PSD confirmou, entretanto, à agência Lusa que Duarte Pacheco será o cabeça de lista dos sociais-democratas à Câmara de Torres Vedras.

“Não sendo de Torres Vedras, estudou e conhece bem Torres Vedras, portanto é uma pessoa com peso para defender o concelho e a região em Lisboa e pôr Torres Vedras no mapa”, disse por seu lado à Lusa o presidente da comissão política concelhia, Luís Carlos Lopes, acrescentando que Duarte Pacheco é um “nome para uma mudança tranquila” no município.

Duarte Pacheco é o terceiro candidato a surgir para a câmara de Torres Vedras, depois do independente Sérgio Galvão (que foi vereador pelo PS entre 2005 e 2016) e do presidente da câmara, Carlos Bernardes, ter anunciado a sua recandidatura.

Nas anteriores eleições autárquicas, o PS venceu em Torres Vedras, com maioria absoluta, elegendo seis elementos para o executivo, enquanto o PSD elegeu três.

Este ano as autárquicas ainda não têm data, mas, segundo a lei, ocorrem entre setembro e outubro.

O deputado social-democrata Duarte Pacheco será o cabeça de lista do PSD à Câmara de Torres Vedras nas próximas eleições, uma candidatura autárquica revelada pelo próprio durante os trabalhos da comissão parlamentar de inquérito ao Novo Banco.

A troca de argumentos entre PS e PSD sobre o requerimento socialista para ouvir na comissão de inquérito ao Novo Banco o antigo secretário de Estado do Governo PSD/CDS-PP e agora candidato à Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, acabou por resultar no anúncio, pouco habitual, de uma candidatura nas próximas eleições autárquicas.

“O único dado novo que identificamos aqui é que o doutor Carlos Moedas é hoje candidato autárquico. Eu disponibilizo-me, desde já. Eu também sou candidato autárquico à Câmara de Torres Vedras, se acharem oportuno chamarem-me para eu vir aqui depor”, ironizou o deputado do PSD Duarte Pacheco.

O deputado foi mais longe e disse ter “a certeza” de que o presidente da comissão, Fernando Negrão, que será candidato pelo PSD à Câmara de Setúbal também “estará disponível para depor nesta comissão se assim os senhores entenderem”.

Fonte do PSD confirmou, entretanto, à agência Lusa que Duarte Pacheco será o cabeça de lista dos sociais-democratas à Câmara de Torres Vedras.

“Não sendo de Torres Vedras, estudou e conhece bem Torres Vedras, portanto é uma pessoa com peso para defender o concelho e a região em Lisboa e pôr Torres Vedras no mapa”, disse por seu lado à Lusa o presidente da comissão política concelhia, Luís Carlos Lopes, acrescentando que Duarte Pacheco é um “nome para uma mudança tranquila” no município.

Duarte Pacheco é o terceiro candidato a surgir para a câmara de Torres Vedras, depois do independente Sérgio Galvão (que foi vereador pelo PS entre 2005 e 2016) e do presidente da câmara, Carlos Bernardes, ter anunciado a sua recandidatura.

Nas anteriores eleições autárquicas, o PS venceu em Torres Vedras, com maioria absoluta, elegendo seis elementos para o executivo, enquanto o PSD elegeu três.

Este ano as autárquicas ainda não têm data, mas, segundo a lei, ocorrem entre setembro e outubro.

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