BE de Torres Vedras indignado com possível encerramento da estação dos CTT em A-Dos-Cunhados
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O partido considera que o encerramento desta estação, ainda com o compromisso da manutenção dos serviços prestados numa loja comercial das proximidades, não garante a resolução dos problemas atualmente existentes.

Na segunda feira a agência Lusa adiantou que os CTT vão encerrar o posto que têm há 53 anos na vila de A-dos-Cunhados, a sede da segunda maior freguesia do concelho de Torres Vedras.

Em comunicado, a concelhia do  Bloco de Esquerda de Torres Vedras diz estar indignada com o encerramento daquela estação dos CTT, “serviço que desde que está entregue a privados tem estado aliado à sua degradação crescente, ao encerramento de estações, e ao despedimento de trabalhadores, em que o concelho de Torres Vedras não foi exceção”, afirma o porta-voz Alexandre Fernandes.

Questionado pela Lusa, o presidente da União de Freguesias de A-dos-Cunhados/Maceira, Nuno Cosme revelou não estar satisfeito com a decisão “mas desde que os CTT mantenham todos os serviços até agora prestados já minimiza” os eventuais transtornos à população, acrescenta.

No entanto, o Bloco de Esquerda de Torres Vedras considera que o encerramento desta estação, ainda com o compromisso da manutenção dos serviços prestados numa loja comercial das proximidades, não garante a resolução dos problemas atualmente existentes.

Depois de ter vindo a público a intenção de encerramento do posto dos CTT em A dos Cunhados, a Câmara Municipal de Torres Vedras emitiu um comunicado, na terça-feira, em que afirmava que iria oficiar o Conselho de Administração dos CTT no sentido de garantir que aquele serviço se mantenha na localidade.

O BE de Torres Vedras diz ser “lamentável a emissão de comunicados [por parte da oposição PSD/CDS] de preocupação com a população e com o enceramento desta estação, quando foram os parceiros dos seus partidos na Assembleia da República, que no anterior governo privatizaram este serviço que dava lucro na esfera pública, e que por isso não onerava o Estado”.

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