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O Bloco de Esquerda de Torres Vedras apresentou no passado sábado, 17 de julho, o programa eleitoral do partido para as eleições autárquicas marcadas para 26 de setembro deste ano.

O programa foi apresentado pelos cabeças de lista à Câmara Municipal e Assembleia Municipal de Torres Vedras, Jorge Humberto e Pedro Pisco, respetivamente.

“Este programa, reflete o nosso compromisso com um futuro melhor e digno para todas e todos. Assim, somos combate por uma transição ambiental justa, empregos para o clima; mobilidade assente nas pessoas, meios de transporte leves e transportes públicos abrangentes; saúde pública de qualidade para todos; uma escola inclusiva e mais democrática; garantir o direito à habitação; proteção em todas as fases da vida, da creche aos serviços de apoio domiciliário para idosos; pela igualdade plena, contra o racismo, xenofobia, machismo e LGBTIQ+fobia”, pode ler-se no site do Bloco de Esquerda de Torres Vedras.

O programa do partido assenta em seis matérias:

  • Responder à crise social e económica agravada pela pandemia com propostas que vão desde o “aumento e prolongamento dos apoios sociais para mitigar as consequências da pandemia na vida das pessoas” até ao apoio do comércio local, “dinamizando plataformas on-line municipais que garantam a entrega de bens essenciais em casa das pessoas mais vulneráveis, em articulação com associações locais ou IPSS”.
  • Garantir o direito à habitação digna com “rendas acessíveis/condicionadas e apoio ao arrendamento para jovens e famílias menos favorecidas, promovendo oportunidades de fixação e de futuro para todas e todos”. “O município deve ter o seu património habitacional inventariado, reabilitado, disponível para as necessidades e inscrito em Bolsa de imóveis públicos de pendor municipal geridos em modelos regulados de renda pública”, defendem os bloquistas.
  • Lutar pelo clima e mudar a mobilidade. Para isso, o Bloco de Esquerda de Torres Vedras propões “implementar nas escolas, centros de saúde e demais edifícios públicos a captação de energias limpas, nomeadamente através da energia solar” e “avançar com a gratuitidade dos TUT (Transportes Urbanos de Torres Vedras) para todas e todos”.
  • Combater as desigualdades sociais e reforçar os serviços públicos. “A saúde tem de ter um papel mais importante na vida das localidades, devendo ser a base da construção de um novo ambiente”, defendem propondo assim a “construção e melhoria contínua de mais espaços de convívio seguros, ao ar livre, para crianças” e a “remoção do amianto de todos os edifícios públicos, que deve ter em conta não só a remoção de todo o fibrocimento, como o diagnóstico de todos os outros materiais contendo amianto, como portas corta fogo, pavimentos vinílicos em mosaico, tintas texturadas, tectos falsos, revestimentos de condutas e divisórias, entre outros”.
  • Defender a inclusão e a igualdade plena com a “criação do gabinete municipal de atendimento, apoio e encaminhamento das vítimas de violência doméstica” e promoção da “participação das mulheres, assim como de pessoas LGBTIQ+ na política local, de forma a aumentar a representatividade e participação em todos os setores da sociedade”.
  • Democracia, transparência e combate à corrupção. “A apresentação de contas das empresas municipais deve ser detalhada, mas também objetiva e clara, de forma a permitir a sua consulta por um maior número de pessoas e evitar que se transformem em ferramentas de opacidade e má gestão dos dinheiros”, defendem.

Pode ler o programa eleitoral completo aqui.

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