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A Câmara do Cadaval, no distrito de Lisboa, está a investir cerca de dois milhões de euros na execução de circuitos pedonais no concelho, disse hoje o seu presidente.

“Como o primeiro circuito que executámos [Cadaval/Casal Cabreiro] tem muita utilização, e as pessoas procuram estes circuitos e estão a caminhar mais, estamos a criar condições para criar outros circuitos”, afirmou José Bernardo Nunes à agência Lusa.

A autarquia adjudicou e prepara-se para iniciar a construção, durante 90 dias, dos circuitos Figueiros/Alguber (292 mil euros), Sobrena/Peral (385 mil euros), Dagorda/Vermelha (269 mil euros), Painho/Boiça do Louro/Figueiros (229 mil euros) e Vilar/Pereiro (259 mil euros).

Em execução, também com um prazo de 90 dias, estão os circuitos Vermelha/Cadaval/Alto do Bacalhau (211 mil euros) e Cercal/Cadaval, passando por Chão de Sapo, Casal Cabreiro e Casais do Montejunto (335 mil euros).

Em fevereiro, foi aprovada a candidatura a 85% a fundos comunitários, através do Programa Operacional Centro 2020, para a segunda fase do projeto de Mobilidade Urbana Sustentável, no valor de 1,7 milhões de euros.

O financiamento vai permitir executar mais de 10 quilómetros de percursos pedonais.

A segunda fase, correspondente aos circuitos que vão começar a ser construídos, vai permitir expandir a rede de circuitos pedonais e ligar as sedes de freguesia e os aglomerados urbanos de maior dimensão.

O projeto visa também criar circuitos pedonais adequados, promovendo a deslocação pedonal para os pequenos trajetos do dia-a-dia e aumentando, assim, a sustentabilidade dos trajetos curtos e a qualificação da mobilidade em meio urbano.

Da segunda fase fazem ainda parte as rede pedonais nos aglomerados urbanos de Alguber, Dagorda, Sobrena (Bairro da Quinta de St.º António) e Vilar, e a beneficiação dos percursos pedonais na vila do Cadaval.

A primeira fase integra os circuitos Chão do Sapo/Casal Cabreiro/Casais de Montejunto, Cadaval/Alto do Bacalhau e na vila do Cadaval, um investimento total de 721 mil euros, também financiado a 85% por fundos comunitários.

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