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A Câmara de Torres Vedras deu ontem parecer favorável ao projeto de ampliação do serviço de urgência do hospital, alterado para permitir a construção de um novo refeitório num edifício anexo àquela unidade.

“Houve necessidade de realizar o atual refeitório num novo edifício, de acordo com o projeto que o executivo ontem apreciou, emitindo um parecer favorável”, disse à agência Lusa o presidente da Câmara de Torres Vedras, Carlos Bernardes.

À Lusa, o autarca afirmou que a aprovação “permitirá ao Estado avançar com a candidatura a fundos comunitários do programa “Portugal 2020”, a qual “terá que ser submetida até ao último dia do mês”.

A intenção de remodelar o serviço de urgência do Hospital de Torres Vedras foi anunciada pelo ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, em meados de 2017, após reunião com a administração do Centro Hospitalar do Oeste (CHO) e com os presidentes dos três concelhos onde se localizam as unidades hospitalares que o integram: Caldas da Rainha, Torres Vedras e Peniche.

Ana Paula Harfouche, presidente do Concelho de Administração (CA) do CHO, mostrou-se satisfeita, mas não especificou valores do investimento que, no caso das urgências de Torres Vedras, incidirá numa remodelação “muito similar à do serviço das Caldas da Rainha”, orçamentada em 1,7 milhões de euros.

A remodelação e ampliação do serviço de urgência pediátrica, onde a atual SO será ampliada de 27 para 76 metros quadrados, passando a dispor de seis camas. Passará ainda a contar com uma sala de espera exclusiva, assim como de um balcão de admissão destinado unicamente aos doentes até aos 18 anos.

Com esta alteração a sala de espera dos adultos será também aumentada, passando de 52 para 93 metros quadrados.

O CHO detém uma área de influência constituída pelas populações dos concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra ( com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estêvão das Galés e Venda do Pinheiro).

A população abrangida é de 292.546 pessoas, número que, segundo a presidente do CA, sobre para mais de 300 mil pessoas devido a eventos sazonais e aos doentes referenciados pelos centros de saúde.

Fonte: Lusa

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