Casas Impressas em 3D, o Futuro da Habitação
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Com o aumento crescente da população mundial, a busca por soluções cada vez mais práticas e acessíveis na criação de habitações leva à utilização da mais recente tecnologia disponível.

A evolução tecnológica neste campo vê agora um salto de gigante que poderá finalmente significar o acesso a uma habitação barata e construída de raiz em tempo recorde.

Através da utilização de impressoras 3D (três dimensões) de grande dimensão, é já possível erguer uma casa em curto espaço de tempo e com um valor consideravelmente mais baixo do que aquele de uma casa convencional.

Uma Impressora de Respeito

Uma vez que as impressoras 3D já vão aos poucos começando a entrar na nossa vida, a maioria dos nossos leitores poderá ter já alguma noção afeta às pequenas impressoras de secretária que efetuam moldes em 3D.

Ainda que em muito os princípios sejam semelhantes, a escala de impressoras como a Vulcan com o seu peso de uma tonelada, assim como 6,9m de comprimento por 3,3m de largura poderão facilmente impressionar qualquer um.

O mecanismo que nos remete para o futuro da construção é composto por um braço robótico com uma mangueira acoplada. Esta vai colocando camada após camada de argamassa de secagem rápida e num curto espaço de tempo assentando chão e erguendo paredes. No espaço de algumas horas já está ao nível do telhado, deixando apenas as janelas e portas para serem colocadas por mãos humanas.

O significado é que uma casa de pequena dimensão poderá ser erguida em menos de 24 horas por um valor a rondar os €10.000, tornando esta tecnologia extremamente interessante para qualquer pessoa que pense edificar uma habitação nos próximos anos.

Se a velocidade e preço impressionam, a eficácia da construção também. Com menor desperdício e uma capacidade mecânica infalível de erguer a obra sem necessidade de paragens constantes, poderemos em breve ver tornados quase obsoletas as equipas de construção civil.

A empresa “Icon”, responsável pelo desenvolvimento desta enorme impressora está ainda limitada a casas de pequena dimensão, na ordem dos 60 metros quadrados o que, porém, inclui já uma sala de estar, casa-de-banho, quarto e um pequeno alpendre.

Ainda que possa parecer uma considerável limitação, o desenvolvimento e atualização desta tecnologia aponta para uma capacidade de construir em maior dimensão num futuro relativamente próximo.

Ao constatarmos que atualmente é já possível edificar uma casa com qualidade e design em tempo recorde e a um preço imbatível, não será de estranhar que nos próximos anos esta tecnologia que nos parece hoje ainda tão futurista se torne a regra da indústria da construção.

De facto, só o futuro nos dirá se este é o caminho que virá revolucionar a construção dos nossos lares no futuro. Quaisquer limitações atuais desta tecnologia serão rapidamente colmatadas com atualizações e melhorias tendo em vista a sua maior eficácia quer no processo, quer na sua capacidade de criar habitações cada vez maiores.

Para já, o custo de aquisição das impressoras Vulcan juntamente com as limitações anteriormente mencionadas tornam-nas pouco apelativas. A acrescentar a este facto, também a dependência de mão-de-obra altamente especializada que está ainda em falta acrescenta aos desafios a serem superados antes de vermos a próxima obra de construção ser realizada com ajuda de uma enorme impressora 3D.

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