Cerca de 20 utentes do GADV testaram a acessibilidades das passadeiras
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Todos reconheceram a vantagem da alteração na passadeiras no sentido de conseguirem aceder com maior segurança ao limite das mesmas. Contudo, os utentes com baixa visão referiram que a cor das linhas orientadoras e do pitonado deveria ser num tom mais contrastante, para se perceber melhor a sua localização.

Cerca de 20 utentes do GADV (Gabinete de Apoio à Deficiência Visual) da Câmara Municipal de Torres Vedras estiveram no dia 28 de setembro, nas principais artérias da cidade, a testar as acessibilidades das passadeiras que têm sido alvo de requalificação no sentido de tornar a cidade mais inclusiva.

Os utentes de Torres Vedras, Lourinhã, Mafra e Sobral de Monte Agraço, saíram do GADV e deslocaram-se até ao edifício camarário. O objetivo foi conhecer as ‘novas’ passadeiras e testar a sua eficácia.

Depois de uma breve explicação sobre as alterações que foram feitas, nomeadamente a colocação de guias de orientação para as passadeiras e de um pitonado que indica o início da passadeira, os utentes puderam partilhar a sua opinião com os técnicos.

Todos reconheceram as vantagens e a enorme mais valia desta alteração, pois permite-lhes saber onde se encontram as passadeiras e aceder com maior segurança ao limite das mesmas.

No entanto, o facto dos passeios serem maioritariamente em calçada portuguesa impede que se detete com maior eficácia as linhas orientadoras. Os utentes com baixa visão referiram que a cor das linhas orientadoras e do pitonado deveria ser num tom mais contrastante, para se perceber melhor a sua localização.

Esta atividade contou com a presença do Eng. Raúl Gomes e da Eng. Susana Nascimento, elementos da equipa de mobilidade da Câmara Municipal de Torres Vedras, da Dra. Sandra Colaço, responsável pelo GADV e do Prof. Fernando Martins, responsável pela Orientação e Mobilidade do Gabinete.

Várias passadeiras das principais artérias da cidade de Torres Vedras têm sido alvo de requalificação no sentido de tornar a cidade mais inclusiva. A obra está a cargo da Câmara Municipal e partiu de uma ideia apresentada na 1ª edição do Orçamento Participativo do município torriense.

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