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O Campus Neurológico (CNS), centro português dedicado a doenças neurológicas, encontra-se a desenvolver um estudo cuja conclusão permitirá gerir de uma melhor forma, possíveis riscos associados a doentes neurológicos que se encontrem institucionalizados numa unidade residencial.
A metodologia utilizada durante o estudo baseia-se na criação e definição de pulseiras sinaléticas, no sentido de alertar para os vários tipos de risco a que os doentes numa unidade residencial se encontram sujeitos.

Para este estudo em específico foram desenvolvidas 4 pulseiras de cores distintas que alertam para o risco associado a quedas, engasgamento e desidratação. O objetivo é avaliar a sua aplicabilidade em doentes institucionalizados numa unidade residencial.

Por outro lado, com este mesmo estudo pretende-se também avaliar a perceção dos riscos pelos próprios profissionais de saúde e se a utilização das pulseiras numa unidade residencial reduz efetivamente a ocorrência destes problemas a médio e longo-prazo.

Como explica o Prof. Joaquim Ferreira, Diretor Clínico do CNS e Coordenador do Estudo, “Os doentes neurológicos têm um maior risco de sofrerem de quedas, engasgamento e desidratação. Ferramentas simples e objetivas que alertem para estas situações, em tempo real, podem facilitar a gestão destes riscos através de uma comunicação efetiva entre a equipa de profissionais de saúde.”

O CNS disponibiliza uma Unidade Residencial desenvolvida especificamente para os portadores de doenças neurológicas, destinada a estadias temporárias ou permanentes, e que oferece um misto entre o conforto de uma habitação e os sistemas de segurança adequados para este tipo de doentes. Os quartos disponíveis foram pensados e desenhados com o objetivo de oferecer as melhores condições de bem-estar e conforto aos seus residentes, sem descurar as necessárias medidas de segurança no que se refere à estadia de doentes neurológicos.

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