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O advogado de defesa já disse que vai recorrer.

De acordo com a juíza do processo, o arguido Bruno Romão, de 22 anos, foi “absolvido do crime de homicídio qualificado e condenado por homicídio simples”, que tem uma moldura penal entre 8 a 16 anos, tendo sido fixada a pena de prisão em 14 anos.

Bruno Romão estava a ser julgado por homicídio qualificado, mas perante a prova produzida o tribunal decidiu acusá-lo de homicídio simples, o que se traduziu numa redução da pena.

O crime aconteceu durante o Carnaval de Torres Vedras, no início da manhã de 26 de fevereiro de 2022, quando o arguido Bruno Romão encontrou a vítima na rua com a sua ex-namorada.

Na primeira sessão do julgamento, o arguido reconheceu que matou um homem de 32 anos.

Na acusação, segundo descreve o Ministério Público (MP), o arguido foi movido “por ciúmes infundados e pela sua sede de desacatos”, embora Bruno Romão negue essa tese.

Sem apurar as razões do homicídio, “dúvidas não há que houve uma contenda entre arguido e vítima e que, a determinada altura, o senhor Bruno puxou da faca que tinha na sua posse e a espetou no peito da vítima”, considerou a procuradora do MP.

Na primeira sessão do julgamento, que decorreu no Tribunal de Loures, o acusado alegou um “apagão” na memória, por estar sob o efeito de álcool e de haxixe.

À saída do tribunal, o advogado da defesa, Vítor Carreto, disse aos jornalistas que irá recorrer da decisão.

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Redação
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