Cooperativa de Comunicação e Cultura lança coleção de cartazes comemorativos
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O primeiro cartaz já foi lançado e comemora o 25 de abril.

O artista torriense Antero Valério, conhecido localmente pelo painel de azulejos, da sua autoria, alusivo aos 75 anos do Carnaval de Torres, localizado na zona fronteira do antigo Terminal Rodoviário, foi desafiado pela Cooperativa de Comunicação e Cultura (CCC) a criar uma coleção de quatro cartazes comemorativos.

O primeiro cartaz, comemorativo do 25 de abril, já se encontra à venda, por dois euros, na Cooperativa da Comunicação e Cultura “mas pode ser enviado por correio”, afirmou ao TORRES VEDRAS WEB Inês Mourão, diretora da CCC.

Os restantes três cartazes comemorativos são alusivos ao 1º de maio, aos 40 anos da CCC e aos 40 anos da cidade de Torres Vedras, à venda a partir de maio.

25 de abril é também o aniversário da Cooperativa e “todos os anos editamos um cartaz. Pela primeira vez estão à venda. Sendo uma forma de partilhar e financiar a sua edição”, revelou Inês Mourão.

Sobre a Cooperativa da Comunicação e Cultura

Fundada em 1979, a Cooperativa de Comunicação e Cultura tem desenvolvido ao longo das últimas décadas projectos e actividades em campos tão diversos como a literatura, o cinema, as artes performativas, fotografia e artes plásticas.

Em 1987, quando o espaço foi retomado pela autarquia para integrar as novas instalações do Museu Municipal, o que determinou a interrupção da actividade expositiva, a Cooperativa centrou a sua actividade na organização de conferências e colóquios e na divulgação do trabalho de agrupamentos como o Arandis, a Camarata Vocal e Figuras de Espanto.

Em 1995, pretendendo retomar a programação no campo das artes visuais, foi concebido o Projecto Centro de Cultura Contemporânea. Construir este novo espaço permitiu relançar uma nova dinâmica associativa. O espaço, que integra a sede da Cooperativa e a galeria, tem tido uma programação contínua de exposições de artes plásticas e de fotografia, concertos, debates e workshops. Numa época em que não existiam equipamentos culturais na cidade, tornou-se um ponto de encontro de animação cultural local e aqui foram partilhados os trabalhos de artistas locais e nacionais num processo de interacção com a comunidade local. 

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