Covid-19: Alenquer distribui seis máscaras e luvas por cada habitação
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A Câmara de Alenquer, no distrito de Lisboa, vai começar na segunda-feira a distribuir seis máscaras e seis pares de luvas por cada habitação do concelho para evitar a propagação da pandemia de covid-19, anunciou hoje a autarquia.

A autarquia investiu 100 mil euros na aquisição deste material de proteção individual, “uma medida extraordinária adotada para mitigar os riscos de propagação e contágio da covid-19”, refere uma nota de imprensa hoje divulgada.

Na segunda-feira, o município começa a distribuir em cada habitação do concelho um ‘kit’ com seis máscaras cirúrgicas, seis luvas de nitrilo extra resistentes e um folheto informativo sobre a sua correta utilização.

“Esta nova medida é justificada pelas orientações da Direção-Geral da Saúde, “que recomendam a utilização de máscaras por todas as pessoas que permaneçam em espaços interiores fechados e com um elevado número de pessoas (como supermercados, farmácias e transportes públicos)”, justifica.

Apesar da distribuição destes equipamentos de proteção individual pela população, a câmara municipal apelou aos cidadãos para que permaneçam em casa e que usem as máscaras e luvas em “saídas imprescindíveis”.

A câmara municipal tem vindo a distribuir estes equipamentos de proteção individual também por forças de segurança, bombeiros, Cruz Vermelha e instituições particulares de solidariedade social com valência de lar.

Alenquer regista 17 casos de infeção confirmados, dos quais três já se encontram recuperados, de acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pelo município.

A nível global, segundo um balanço da AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 167 mil mortos e infetou mais de 2,4 milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Mais de 537 mil doentes foram considerados curados.

Em Portugal, morreram 735 pessoas das 20.863 registadas como infetadas, de acordo com a Direção-Geral da Saúde.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando setores inteiros da economia mundial.

Portugal cumpre o terceiro período de 15 dias de estado de emergência, iniciado em 19 de março, e o decreto presidencial que prolongou a medida até 02 de maio prevê a possibilidade de uma “abertura gradual, faseada ou alternada de serviços, empresas ou estabelecimentos comerciais”.

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