Delegações da Colômbia, Peru e México com delegações visitam centrais de pera rocha na região Oeste
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Uma delegação técnica da Colômbia está até sábado a visitar produtores e centrais de pera rocha no Oeste, seguindo-se ainda este mês outras do Peru e o México no âmbito das negociações para a abertura desses mercados aos produtos portugueses.

O presidente da associação Portugal Fresh, Manuel Évora, disse hoje à agência Lusa que “como a economia do Brasil, o principal consumidor da pera rocha, está em dificuldades, é necessário encontrar outras alternativas para os mercados de exportação”, identificando os três países como estratégicos para a fruta e outros produtos portugueses, por serem muito populosos.

O México tem uma população de 120 milhões de habitantes, dos quais 20 milhões (o dobro da população portuguesa) vivem na capital, a Cidade do México, a Colômbia tem 50 milhões, dos quais 10 milhões vivem na capital Bogotá e o Peru possui 30 milhões, dos quais 8,5 vivem na capital.

Depois da Colômbia, seguem-se delegações do Peru (dias 09 a 11) e do México (21 e 24), em visitas acompanhadas pela Associação Portugal Fresh, Associação Nacional de Produtores de Pera Rocha, Centro Operativo e Tecnológico Hortofrutícola Nacional e serviços do Ministério da Agricultura.

O Governo assinou em março o acordo de exportação com o México e mantém negociações no mesmo sentido com o Peru e a Colômbia.

A confirmar-se a abertura daqueles mercados, “são alternativas para o escoamento dos produtos e para o aumento da capacidade exportadora” da fruta.

Manuel Évora adiantou que a Portugal Fresh está a preparar um plano de promoção para aqueles três países, logo que os mercados estejam abertos a consumir produtos portugueses.

Depois da pera rocha, o setor tem também como objetivo “alargar as exportações aos kiwis e frutas de caroço, como a ameixa,” para o México.

O acordo assinado com aquele país visa “estabelecer uma maior cooperação” nos domínios sanitário e fitossanitário, com vista à agilização dos procedimentos tendentes à habilitação de produtos de origem animal e vegetal e intensificá-la na investigação para os setores agrário, veterinário, florestal, pescas, mar e agroalimentar entre ambos os países.

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