Está nas mãos dos que tomam decisões fomentar mais a ciência
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O primeiro-ministro disse hoje em Castelo Branco que está nas mãos dos que tomam decisões fomentar ainda mais a ciência e acrescentou que é isso que o Governo tem feito.

“Nunca o mundo teria chegado onde chegou se não fosse a descoberta que nos é dada pela ciência. Está nas mãos dos que tomam decisões fomentar ainda mais a ciência. É o que temos feito com a ajuda da Fundação Ilídio Pinho”, disse Pedro Passos Coelho.

O chefe do executivo falava em Castelo Branco, onde presidiu à cerimónia de entrega do prémio “Fundação Ilídio Pinho – Ciência na Escola”.

O primeiro-ministro recordou ainda que a Fundação Ilídio Pinho tem tido uma “enorme responsabilidade” ao longo dos anos para que este projeto pudesse ser desenvolvido, mobilizando escolas, estudantes e professores.

O presidente da fundação, Ilídio Pinho, disse que a ciência é o futuro e adiantou que a presença do primeiro-ministro na cerimónia “significa que está ao lado do Ciência na Escola”.

“O que aconteceu nos anos anteriores [o prémio vai na 12.ª edição], significa que Portugal ganhou o campeonato da ciência. O Ciência na Escola é o caminho”, sublinhou.

Na 12.ª edição do prémio “Fundação Ilídio Pinho – Ciência na Escola”, o Agrupamento de Escolas de Arouca venceu o 4.º escalão (ensino secundário) com o projeto neuro-teste, sendo o segundo lugar ocupado pelo Agrupamento de Escolas Belchior Viegas (S. Brás de Alportel) e o terceiro lugar pelo Colégio Luso-Francês do Porto.

No terceiro escalão, dedicado aos alunos dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico, o Agrupamento de Escolas de Atouguia da Baleia (Peniche) arrebatou o primeiro lugar, sendo secundado pelo Agrupamento de Escolas de São Gonçalo (Torres Vedras) e pela Escola Profissional de Aveiro.

A Escola Casa Nossa Senhora do Rodário, da Figueira da Foz, venceu o primeiro escalão, destinando às crianças do pré-escolar. O segundo lugar foi ocupado pelo Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro (Idanha-a-Nova) e o terceiro classificado foi a Escola Divertiláxia, da Praia da Vitória (Açores).

Nesta edição do prémio “Fundação Ilídio Pinho – Ciência na Escola” candidataram-se no início do ano letivo 856 projetos aos quatro escalões, sendo que destes passaram à fase final 313 projetos, 24 dos quais foram distinguidos hoje em Castelo Branco.

O montante global dos prémios distribuídos este ano atingiu os 286 mil euros, sendo que 150 mil euros foram destinados aos 24 projetos distinguidos e a restante verba foi atribuída na primeira fase.

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