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Uma exposição de pintura e escultura de Martinho Costa e Maya Kempe, denominada Lugares mais leves que o ar, estará patente na Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino até 8 de janeiro.

Trata-se de uma mostra que, ao reunir trabalhos de uma escultora e de um pintor, procura estabelecer uma relação entre as suas obras, reconstituindo, num único território, a especificidade de cada um dos meios em que os dois artistas se movem, não de uma forma recortada e montada como um puzzle, mas numa lógica que encerra as correspondências íntimas e secretas dos seus trabalhos.

A grandeza desta mostra residirá em conseguir fazer habitar, num espaço, não um conjunto de “coisas” dispersas, mas de emoções que ganham pouco a pouco a dinâmica de um processo interno de comunicação.

Martinho Costa

Vive e trabalha em Lisboa

Licenciado em Artes-Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas-Artes de Lisboa, em 2002. Em 2003 completou o Mestrado em Teoria y Prática de las Artes Plásticas Contemporâneas na Universidad Complutense de Madrid.

Participa em diversas exposições coletivas desde 2000, das quais se destacam: em 2010, Res Publica, 1910 e 2010 Face a Face (Fundação Calouste Gulbenkian); em 2017, Project Room (feira Art Santander); e em 2018, Variations Portuguaises (Centre Meymac, França).

Das exposições individuais, que realiza desde 2003, salientam-se: em 2016, Folding Screen no Da2 (Salamanca) e Layer 0 na Galeria 111 (Lisboa); em 2017, Terra de Sombra Queimada na Galeria Silvestre (Madrid); e em 2018, Gradient Tool, no Museu Soares dos Reis (Porto).

É ainda o autor do projeto Pinturas ao Ar Livre, documentado no blogue pinturasarlivre.blogspot.pt, e da série de livros de artista Livro de Pinturas, publicados desde 2014 pela Stolen Books.

Maya Kempe

Ceramista que vive e trabalha entre Berlim (onde nasceu em 1975) e o Alentejo, lugares com vidas, ritmos e impactos visuais aparentemente opostos, que a artista une na sua pessoa e obra artística.

São de sua autoria “beasts of the urban wilderness” – bustos de animais antropomórficos -, criaturas dóceis e ferozes que convidam com grande elegância a refletir sobre o Ser Animal do humano (e vice-versa).

Fascinada pela interação entre terra, água, ar e fogo, Maya entrega-se aos processos cerâmicos, brinca com o acaso, segue as sugestões do material e do movimento, criando peças únicas e de grande expressividade e sensibilidade.

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