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A Fábrica das Histórias – Casa Jaime Umbelino continua a estimular a imaginação e a criatividade de crianças por meio da realização de curtas-metragens.

Aquele serviço municipal torriense dinamizou este ano letivo, mais uma vez, um desafio de curtas-metragens infantis, o qual teve como temática “Um lugar como nenhum”, sendo de referir que a mesma decorre do tema genérico escolhido pela Fábrica das Histórias para as suas atividades em 2021/2022: “Habitar – para uma arquitetura do coração”.

Cerca de uma centena de crianças do ensino pré-escolar e do 1.º ciclo do ensino básico estiveram envolvidas no desafio de curtas-metragens “Um lugar como nenhum”, iniciativa que lhes permitiu desenvolver competências nas áreas da oralidade, da escrita criativa e da ilustração. Deste desafio resultaram cinco trabalhos: Amizade, produzido por crianças do ensino pré-escolar do Centro Social e Paroquial de Silveira (trabalho orientado pela professora Carla Antunes); Cenouras que brilham, produzido por alunos do ensino pré-escolar da Escola Básica de São Pedro da Cadeira (trabalho orientado pela professora Elsa Ferreira); O poder da música para fazer amigos, produzido por alunos do 1.º ano de escolaridade da Escola Básica de Monte Redondo (trabalho orientado pela professora Maria José Santos); O caracol Hipopótamo que quis ser feliz, produzido por alunos do 2.º ano de escolaridade da Escola Básica Padre Vítor Melícias (trabalho orientado pela professora Paulina Antunes); e Entre amigos é assim, produzido por alunos do 2.º ano de escolaridade da Escola Básica do Ramalhal (trabalho orientado pela professora Vera Paulo).

Estes trabalhos foram exibidos no passado sábado, dia 28 de maio, num Teatro-Cine de Torres Vedras que esteve repleto de público.

A iniciar essa sessão usou da palavra a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Torres Vedras, Ana Umbelino, que, na sua intervenção, enalteceu a qualidade das curtas-metragens que têm sido apresentadas por meio dos desafios promovidos pela Fábrica das Histórias, as quais “são capazes de surpreender pela sua sensibilidade e pelo facto de tornar simples o que é complexo”. “A criatividade precisa de chão para florescer”, referiu, Ana Umbelino, na ocasião, tendo ainda na sua alocução aproveitado para sublinhar o valor da cooperação, o qual está subjacente à produção das curtas-metragens que iam ser exibidas.

Também a anteceder a exibição das curtas-metragens foi representada a peça de teatro Este presente será passado, por alunos do Clube dos Contadores de Histórias da Escola Padre Vítor Melícias, sob a orientação da professora Ana Cláudio.

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