Fim de ano vai ser muito positivo para a atividade turística no Centro de Portugal
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Taxas de ocupação dos alojamentos registam forte subida nos últimos dias de 2019.

O fim de ano vai ser muito positivo para a atividade turística no Centro de Portugal. As taxas de ocupação médias previstas pelos empreendimentos da região evidenciam um crescimento muito elevado em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com um levantamento efetuado pela Entidade Regional de Turismo do Centro de Portugal (TCP).
 
Para a noite de fim de ano, metade dos empreendimentos consultados está já lotado ou em vias de ficar lotado. Os principais destaques vão para a sub-região de Castelo Branco, com uma taxa de ocupação em hotelaria, na noite de 31 de dezembro, na ordem dos 91,8%. Igualmente significativas são as taxas de ocupação, para a mesma noite, nas sub-regiões Oeste (86,6%), Viseu Dão Lafões (86,3%), Serra da Estrela (83,4%), Coimbra (82,8%) e Aveiro (77,8%).
 
Se forem incluídos os alojamentos em espaço rural (TER), a taxa global de ocupação para a noite de fim-de-ano é de 72%. Este número reflete as camas já efetivamente vendidas, pelo que, a 13 dias do último dia do ano, as expectativas são de que até lá se verifique ainda uma subida considerável.
 
Em comparação com 2018, a noite de 31, só em hotelaria, regista um forte crescimento, com realce para as sub-regiões Oeste (mais 16%), Aveiro (mais 12%) e Leiria (mais 12%).
 
Para um período mais alargado de análise, destacam-se igualmente as elevadas taxas de ocupação médias esperadas nos empreendimentos do Centro de Portugal para o fim-de-semana de 27 e 28 de dezembro, com o aumento a ser muito visível na Serra da Estrela, com taxas muito relevantes ao longo de todo este período de festas, assim como nas sub-regiões de Coimbra e do Oeste.
 
Para este levantamento, foram consultados todos os empreendimentos turísticos da região Centro de Portugal, num universo de 1024 empreendimentos turísticos com capacidade para 47.799 camas. A amostra que corresponde às respostas é de 14% do número de empreendimentos e 22% do total das camas disponíveis.

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