A Assembleia Municipal da Lourinhã aprovou hoje o orçamento da câmara (PS) para 2016, com 19,3 milhões de euros, menos 5,2 milhões de euros do que em 2015.

O orçamento foi aprovado por maioria com os votos a favor do PS e PCP, a abstenção do CDS-PP e os votos contra do PSD. A oposição criticou o adiamento de projetos estruturantes para o concelho, como o Parque Jurássico.

De acordo com o documento, a que a agência Lusa teve acesso, o município traça como prioridades a adaptação e transformação do espaço devoluto das piscinas municipais da Lourinhã num pavilhão polidesportivo para uso da Escola Básica 2,3 Afonso Rodrigues Pereira (500 mil euros) e a requalificação desta escola (240 mil euros).

O orçamento tem ainda inscritos 600 mil euros para a reabilitação da rede viária municipal e 200 mil euros para a requalificação dos bairros sociais.

Oito anos depois de terem sido concluídas as obras de ampliação do jardim-de-infância da de Cabeça Gorda, pago em conjunto com a câmara de Torres Vedras, o município vai pagar à autarquia vizinha 110 mil euros (57.600 em 2016 e 53 mil em 2017) de um total de 122 mil euros.

Em 2012, Torres Vedras ameaçou a câmara da Lourinhã de ir para tribunal, devido à dívida.

As obras de ampliação e requalificação do jardim-de-infância, que foram inauguradas em 2007, custaram 360 mil euros, dos quais 120 mil euros foram comparticipados por fundos comunitários.

O orçamento de 19,3 milhões de euros serve uma população de mais de 25 mil habitantes.

A diminuição de 5,2 milhões de euros em 2016 por comparação a 2015 deve-se ao peso de 4,8 milhões de euros que teve em 2015 a construção da nova escola básica 2,3 João das Regras, na localidade de Miragaia, justificou a vereadora das finanças, Carla Custódio.

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