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Marco Claudino, candidato da coligação PSD/CDS à Câmara Municipal de Torres Vedras (CM TV), demonstrou o seu desagrado pelo facto de, pela segunda vez em menos de um mês, estar em cima da mesa o encerramento do serviço de Urgência Pediátrica no Hospital de Torres Vedras. O advogado torriense reagiu também ao comunicado de ontem da Câmara Municipal, tecendo os seguintes comentários:

  1. As sucessivas ameaças de encerramento deixam toda a população preocupada e insegura e revelam pouca comunicação entre o poder local e o poder governativo;
  2. Face aos recentes avanços e recuos, qual o prazo de validade desta segunda garantia de não encerramento do serviço de urgência pediátrica, prestada cerca de um mês a após a primeira?
  3. É inaceitável que o Serviço de Urgência Pediátrica não se encontre a funcionar na sua plenitude no Hospital de Torres Vedras. Como exemplo: que sentido faz uma criança torriense ser observada nas Caldas da Rainha e, em caso de maior gravidade, ter de fazer mais 100kms para Lisboa? O município de Torres Vedras encontra-se mais próximo de Lisboa e a decisão de obrigar a deslocação às Caldas da Rainha não faz sentido.
  4. É no mínimo estranho que a Saúde em Torres Vedras se encontre a ser tratada de forma tão ligeira e zig-zagueante. Questionamos se o Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Oeste (CA-CHOeste) com estas atitudes não pretende testar as reações dos torrienses.
  5. Este é um período em que se deveria estar a discutir a construção de um novo Hospital em Torres Vedras e não a ameaça de perder os serviços básicos existentes, pelo que com receio de que se prove o velho ditado de que ‘não há duas sem três’, a coligação solicitou, com carácter de urgência, uma reunião ao CA-CHOeste com vista a aferir as verdadeiras razões deste problema com forte impacto no concelho.
  6. Por fim, quero prestar pública homenagem à Dr.ª. Isabel Silva, responsável pela Unidade de Pediatria do Hospital de Torres Vedras, assim como aos colaboradores do Serviço que, mesmo num clima de incerteza e ausência de meios, têm sido inexcedíveis.
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