A CASA HIPÓLITO marcou todo o século XX de Torres Vedras. Teve origem na pequena oficina de latoaria de António Hipólito, aberta em 1902 na Rua Serpa Pinto, e ao longo do século cresceu, passou por uma fase de esplendor, entrou em decadência e extinguiu-se em 1999.

Milhares de braços lá trabalharam, tornando próspera a empresa que, pouco a pouco, se firmou no mercado nacional e, a partir da Segunda Guerra Mundial, saíu para o mercado externo com um significativo volume de exportações. Especializou-se em equipamentos de adega e maquinaria ligeira para a lavoura vitivinícola – o grande sector produtivo do concelho torriense – e em material de queima como fogareiros a petróleo e, mais tarde, candeeiros portáteis “Petromax” e aparelhos de gás. Esta MOSTRA EXPOSITIVA dá a ver um conjunto de objectos, fotografias e documentos que recordam o que foi aquela unidade fabril, – e que fazem parte do Fundo Casa Hipólito que, por iniciativa da Câmara Municipal de Torres Vedras, se encontra à guarda do Museu Municipal Leonel Trindade.

No dia 19, às 15 h., no Museu Municipal (Convento da Graça) haverá um Colóquio com intervenções relacionadas com as memórias da Casa Hipólito.

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