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Um cabo da GNR de Torres Vedras está entre os 15 detidos pela Polícia Judiciária por suspeitas de corrupção, tráfico de droga agravado, associação criminosa e branqueamento de capitais, no âmbito da operação Aquiles.

O porta-voz do Comando-Geral da GNR, major Marco Cruz, confirmou à agência Lusa que entre os 15 detidos da operação Aquiles está um cabo da Guarda Nacional Republicana que pertence ao destacamento territorial de Torres Vedras.

Além do militar da GNR, foram também detidos dois elementos da própria Polícia Judiciária, o coordenador reformado da PJ Carlos Dias Santos e o inspetor-chefe da Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes (UNCTE) Ricardo Macedo.

Na terça-feira, Melo Alves, advogado do ex-coordenador reformado da PJ, disse à Lusa que o primeiro interrogatório judicial começa hoje no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), mas ao final da manhã de hoje um funcionário do TCIC afirmou não ter ainda qualquer indicação sobre o início dos trabalhos.

A Polícia Judiciária deteve, na terça-feira, 15 homens por suspeitas de corrupção ativa e passiva, tráfico de droga agravado, associação criminosa e branqueamento de capitais.

No âmbito da Operação Aquiles foram realizadas várias diligências, tendo sido efetuadas 120 buscas, domiciliárias e não domiciliárias, com a participação de quase duas centenas e meia de polícias.

Os detidos têm idades entre 39 e 60 anos.

Carlos Dias Santos esteve 38 anos na PJ e pertenceu à Direcção Central de Investigação de Tráfico de Estupefacientes (DCITE) e à Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB).

O inspetor-chefe Ricardo Macedo, outro dos detidos, trabalhava na UNCTE.

A investigação está a cargo da Unidade Nacional de Combate à Corrupção em colaboração com a Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefaciente, num inquérito dirigido pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal.

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