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Assinalou-se, no passado dia 1 de março, o Dia Internacional da Proteção Civil, efeméride instituída a nível mundial pela Organização Internacional da Proteção Civil, este ano sob o tema “A importância do patamar local na promoção de comunidades resilientes”. O Município de Torres Vedras associou-se a esta comemoração pela participação numa cerimónia evocativa do Dia da Proteção Civil e pela realização de 2 simulacros.

Em 2016, o tema “A importância do patamar local na promoção de Comunidades Resilientes” procura realçar uma das determinantes centrais resultantes da 3.ª Conferência Mundial de Redução do Risco de Catástrofes das Nações Unidas, e que se prende com o papel fundamental e estruturante do patamar local, nomeadamente das estruturas autárquicas, em ligação com as populações e comunidades, na implementação de estratégias que contribuam para o aumento da sua resiliência para fazer face aos riscos coletivos.

Neste sentido, e como uma das 7 cidades portuguesas que integram a campanha internacional das Nações Unidas “Making Cities Resilient”, Torres vedras esteve representada na cerimónia evocativa do Dia da Proteção Civil, que se realizou no dia 1 de março, nas instalações da Autoridade Nacional da Proteção Civil e que contou com a presença da ministra da Administração Interna, Constança Urbano de Sousa.

Ainda no âmbito do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido pelo Serviço Municipal de Proteção Civil, realizaram-se dois simulacros, um na Fábrica das Histórias- Casa Jaime Umbelino e outro no Lar de São José, pelos quais se testaram os planos de emergência internos de cada um dos espaços, promovendo a prática dos ensinamentos transmitidos nas sessões de formação, designadamente os procedimentos de prevenção e evacuação. Estes exercícios contaram com a colaboração da PSP e dos Bombeiros Voluntários de Torres Vedras.

Com a associação do Município de Torres Vedras a esta comemoração pretendeu-se promover o aumento da resiliência das comunidades locais, em que se destaca a importância do patamar local (do cidadão) em todo o processo de gestão do risco.

A proteção civil somos todos nós.

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