“Ode ao Amor ou Morte ao Sistema Límbico” no Teatro-Cine de Torres Vedras
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A esperança de amar é necessária. É também míngua. É algo que nos transcende mesmo quando nos obrigamos a renunciá-la.

A peça Ode ao Amor ou Morte ao Sistema Límbico, da Companhia de Teatro Bruta, vai estar em cena no Teatro-Cine de Torres Vedras, no dia 26 de janeiro, sábado, às 21h30.

A esperança de amar é necessária. É também míngua. É algo que nos transcende mesmo quando nos obrigamos a renunciá-la. Mesmo quando preferimos optar pela assexualidade, pela liberdade, ou talvez prisão, de sermos só nós. Temos de o fazer, temos de respirar, sentir, beijar, acariciar, chorar, sorrir, gargalhar, soluçar, correr.

O que sabemos nós afinal? Ode ao Amor ou Morte ao Sistema Límbico trata precisamente dessa batalha muitas vezes infernal, entre querer e não suportar o Amor. Numa atribulada viagem, com paragens pelos géneros de Amor de Roland Barthes, brincamos com palavras de Shakespeare, tentando agarrar conclusões com a ajuda de Daniel Goleman. Acima de tudo, agarramos em nós próprios, nas nossas entidades, e escolhemos uma série de “sub-temáticas” de Amor: o Amor Paternal, o Amor Feliz, o Desgosto Amoroso, o Amor Trágico, o Poliamor, o Ciúme, a Carapaça, a Pluralidade de Géneros, o Primeiro Amor.

Afinal o que é o sistema límbico? Que influência tem ele no nosso comportamento? Apresentamos um puzzle por montar, espalhado numa mesa, desorganizado. Cabe a cada um organizar da forma que preferir.

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