Oeste recebe 600 mil euros para compensar perdas da pandemia nos autocarros
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A Comunidade Intermunicipal do Oeste (CIM Oeste) vai ter colaboração extra no que diz respeito às ligações entre esta região e a Grande Lisboa.

Em causa estão os cerca de 2 milhões de euros em défice gerados no presente ano por causa da pandemia de covid-19.

Desta forma, a CIM Oeste contará com o apoio de 600 mil euros por parte do Fundo Ambiental.

A informação foi oficializada na noite desta quarta-feira em Diário da República.

Segundo Pedro Folgado, “conseguimos provar junto do Governo que iríamos precisar de um valor substancial para não gerar problemas financeiros aos municípios da nossa região”.

Para além desta colaboração, o líder da CIM Oeste acrescenta que a AML “deveria comparticipar com algum valor”.

Em termos percentuais, a região Oeste representa quase 60% das deslocações em autocarros com destino à capital o que, inevitavelmente levou a duas consequências: detrimento do transporte rodoviário e os troços oeste-Lisboa como praticamente os únicos com adesão substancial de passageiros.

Questionadas sobre o défice de 2 milhões de euros nas deslocações inter-regionais, as entidades relacionadas com os transportes, justificam este valor com o confinamento generalizado, o aumento do tele-trabalho e a limitação da lotação dos veículos a dois terços da capacidade.

À partida, os 12 municípios da CIM Oeste serão pressionados a contribuir com ” mais de um milhão de euros” para atenuar os prejuízos.

Recorda-te que no início de 2020, a CIM Oeste reduziu para 70€ e 80€, o valor das carreiras diretas para Lisboa.

A região Oeste é composta por concelhos do distrito de Leiria (Alcobaça, Bombarral, Caldas da Rainha, Nazaré, Óbidos e Peniche) e do distrito de Lisboa (Alenquer, Arruda dos Vinhos, Cadaval, Lourinhã, Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras).

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