Presidenciais: 1596 pessoas inscreveram-se para o voto antecipado em Torres Vedras
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Os portugueses foram ontem votar, uma semana antes das presidenciais de 24 de janeiro, no chamado voto antecipado em mobilidade para o qual se inscreveram 246.880 eleitores em todo o país, um número recorde.

O voto antecipado em mobilidade foi alargado por uma lei aprovada no parlamento e pode ser realizado na sede de cada um dos 308 concelhos do país, em vez da sede do distrito, como aconteceu nas europeias e legislativas de 2019.

No concelho de Torres Vedras, inscreveram-se 1596 eleitores “de todos os distritos de Portugal, desde Bragança nomeadamente Miranda do Douro até Vila Real de Santo António”, revelou Catarina Avelino, responsável pelas mesas de voto no concelho de Torres Vedras, à ONFM.

Das 1596 inscrições, 978 eram eleitores de Torres Vedras.

Catarina Avelino acrescentou ainda que houve “muita afluência de pessoas de manhã, até às 13h, mas correu tudo bem”.

“As pessoas perceberam que como o processo era mais demorado que o habitual, ocuparia mais tempo”, disse. Desde as 14h que deixou de haver fila.

Dos eleitores inscritos votaram 93,36%. Quem esteve inscrito para o voto antecipado de ontem e não compareceu, pode fazê-lo no próximo domingo.

As eleições presidenciais, que se realizam em plena epidemia de covid-19 em Portugal, estão marcadas para 24 de janeiro e esta é a 10.ª vez que os portugueses são chamados a escolher o Presidente da República em democracia, desde 1976.

Segundo as regras definidas pela Direção-Geral da Saúde para as eleições, para ir votar, seja hoje ou no próximo domingo, os eleitores terão de usar máscara e, preferencialmente, levar uma caneta, por uma questão sanitária e de higiene.

É preciso desinfetar as mãos antes de votar e depois de votar. E os membros das mesas têm de usar máscara e/ou viseira ou óculos de proteção.

É aconselhado que, enquanto se espera para votar, os eleitores respeitem a distância de segurança.

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Joana Timóteo
Nasci em Torres Vedras a 25 Fevereiro de 1996. Apaixonada pela comunicação e pelo jornalismo Licenciada em Comunicação e Jornalismo pela Universidade Lusófona, encontrei nas minhas raízes o meu primeiro "grande" desafio profissional na minha área!

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