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Na saúde a prevenção é palavra de ordem. Na saúde ocular não é diferente. Estando na linha da frente nos cuidados de saúde primários ligados à visão, focado na prescrição da melhor compensação que permita proporcionar uma visão de qualidade a quem me procura, sou muitas vezes testemunha de situações que não cabem nas minhas competências e para as quais tenho que encaminhar para outras especialidades.

Muitas das situações mais complicadas derivam de patologias relacionadas com a retina.

Como muitos sabem, e utilizando uma linguagem “fotográfica”, a retina é o papel onde a imagem que entra no olho é impressa. São milhões de células nervosas que, com uma precisão impressionante, captam as imagens e as transmitem para o nosso cérebro para serem processadas.

A boa saúde deste “tapete” de células nervosas, simétrico nos 2 olhos, é fundamental para uma boa visão. Mas, como em tudo relacionado com a nossa saúde, por vezes surgem problemas.

Uma das doenças que levanta mais preocupações com a retina são os diabetes. O cumprimento de uma dieta saudável, a toma da medicação de forma correta, o controlo periódico dos níveis de açúcar são cuidados já por muitos conhecidos. Mas, no que há saúde visual diz respeito, a monitorização da estrutura da retina é fundamental.

Essa monitorização, feita com a periodicidade prescrita pelo especialista, permitirá avaliar se a boa saúde da retina se mantem. E se algo se alterar nas estruturas, (veias e artérias) uma atuação precoce levará a que se tomem as medidas necessárias que minimizem as consequências.

Um outro aspeto relacionado com a saúde da retina, e que hoje em dia desde muito cedo deve ser tomado em consideração, está relacionado com o “tipo” de luz que incide sobre os nossos olhos.

A luz dita “branca” que todos vemos, é o “somatório” de todas as cores e é esse facto que permite distinguirmos as cores do meio que nos envolve. Qualquer objeto refletirá a sua cor porque ela está incluída no espectro da luz. Mas existem “luzes” mais “energéticas” do que outras e com consequências diferentes sobre os olhos.

Se é verdade que os nossos olhos estão preparados para se defenderem dos aspetos menos positivos da “luz”, se existir algum desequilíbrio na luz recebida, os nossos olhos estarão menos capazes de se protegerem.

Vários estudos demonstram que a Luz Azul –  Luz Visível de Alta Energia-  representa um fator de risco para o desenvolvimento de doenças retinianas. Estando a Luz Visível de Alta Energia presente ao ar livre, e o nosso olho estruturado para lidar com ela nessa situação, também é verdade que está presente na utilização dos écrans “Amoled”, especialmente computadores, tablets e smartphones da última geração, assim como nos novos sistemas de iluminação de baixo consumo baseados em tecnologia “LED”.

As consequências desta maior exposição à Luz Visível de Alta Energia só podem ser prevenidas com a utilização de Lentes que absorvam essa parte da Luz e deixem passar a necessária para a formação da imagem.

Assim, hoje em dia, as Lentes Oftálmicas cumprem mais do que apenas corrigir o erro refrativo. Podem ter uma ação preventiva sobre doenças futuras, neste caso sobre a retina.

Informe-se sobre as Lentes que normalmente adquire e se têm tratamento de absorção à Luz Visível da Alta Energia. Trata-se de um investimento na sua saúde ocular a médio e longo prazo que deve começar já hoje.

A Prevenção é o “melhor” remédio, e também o mais barato.

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