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Esta sábado foi assinado em Torres Vedras o protocolo de colaboração entre o Município de Torres Vedras e a KnokHealth Portugal, Lda, com vista à implementação do Programa Piloto ATIV (Avaliação e Telemonitorização de Idosos Vulneráveis) no concelho de Torres Vedras.

O Programa Piloto ATIV, desenvolvido pelo Fórum Saúde para o Século XXI, em parceria com a KnokHealth Portugal, consiste na prestação de cuidados primários/pré-hospitalares que combina medicina presencial “ao domicílio” e consultas/contactos de saúde remotos, por telemedicina, tendo por objetivo disponibilizar um serviço que permita o seguimento clínico regular de grupos considerados vulneráveis.

O concelho de Torres Vedras é um dos concelhos nacionais onde este programa será implementado.

“Honra-nos muito que sejamos o primeiro município, que este projeto piloto esteja aqui no nosso município e que possamos trabalhos com as populações efetivamente mais vulneráveis”, disse Laura Rodrigues, Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras após a apresentação do programa.

“Precisamos de tornar o sistema mais eficiente do que aquilo que é hoje e projetos desta natureza, contribuem profundamente para que essa eficiência possa ser feita”, frisou ainda.

Como vai funcionar o Programa Piloto ATIV no concelho de Torres Vedras:

Trata-se de uma programa de intervenção de diagnóstico e telemonitorização em populações vulneráveis.

Neste caso, o foco será nas populações idosas com mais de 65 anos, que estejam na dependência de cuidados de saúde que possam não ser prestados na frequência ideal e que estejam em Associações, IPSS ou lares.

Filipe Pinto, um dos diretores da KnokHealth Portugal, explicou que o foco está nas populações com as características acima mencionadas por serem pessoas com dificuldade de deslocação e com pouca autonomia, “e daí a telemedicina ser uma grande mais valia porque chega-se mais rápido a pessoas que não se conseguem deslocar sem recorrer a uma terceira pessoa”.

Conseguir responder a contactos regulares que muitas vezes não precisam de ser presenciais, é outras das razões.

“As questões de adesão ao tratamento e da otimização do tratamento necessitam de contactos muito regulares e que muitas vezes não precisam que assentar em contactos presenciais. Mais uma vez a telemedicina é uma alternativa eficaz ao que muitas vezes não chega a ser prestado”, frisou.

“Com a telemedicina conseguimos poupar o sistema e os doentes de um desgaste desnecessário, contribuindo para a sua qualidade de vida”, frisou Filipe Pinto.

Este programa irá abranger 300 idosos do concelho de Torres Vedras que poderão usufruir de consultas presenciais e não presenciais, aliadas à alta tecnologia e à ciência.

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Redação
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