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O PSD de Torres Vedras, através do seu presidente Marco Claudino, dos vereadores Hugo Martins e Luís Aniceto, e ainda dos membros da Assembleia Municipal Luís Carlos Lopes, Secundino Oliveira, Vítor Fernandes e Marta Geraldes, esta última presidente da JSD torriense, veio manifestar, publicamente, a sua preocupação face à confirmação da existência de “amianto em escolas do nosso município”, exigindo que “a Câmara inicie de imediato a operação de remoção de amianto das escolas que se encontram sob a sua responsabilidade”.

A propósito, Luís Aniceto afirma ter “solicitado várias vezes ao longo dos últimos meses a listagem das escolas com amianto, mas só na terça-feira, após nova insistência, nos foi confirmado pela vereadora da Educação a existência de amianto em quatro escolas, designadamente: na Nº1 de Torres Vedras, na Escola Básica/Jardim de Infância da Conquinha I, no Jardim de Infância da Abrunheira e na Escola Básica da Azenha Velha”.

O vereador manifesta por isso “extrema preocupação” por essa situação. “Não se compreende que a Câmara Municipal entenda que uma mera monitorização da evolução da situação seja suficiente. É uma matéria de saúde pública, e em especial das crianças do nosso município”, referiu.

Hugo Martins, por seu turno, entende que “não é concebível que num município cujo orçamento global é superior a 50 milhões de euros, num município em que se cobra aos torrienses 13.5 milhões de euros em IMI e num município onde tantas vezes há dinheiro para o supérfluo, a remoção do amianto não seja uma prioridade”.

O presidente do PSD de Torres Vedras declara-se desse modo “muito apreensivo, não apenas por este caso, que é já por si suficientemente grave, mas por revelar uma forma de estar do atual executivo camarário, onde se privilegia a propaganda e o ‘show-off’ em detrimento do que é verdadeiramente importante. Não é por o amianto ser menos visível que constitui menos perigo”, afirma.

Preocupado de igual forma com as quatro escolas do município, Claudino diz que “é incompreensível que, por exemplo, na EB/JI da Conquinha o amianto não tenha sido removido durante as obras de requalificação”. E acrescenta que “o que verificamos é que nas escolas sob tutela do Ministério da Educação há muito o amianto foi removido, enquanto que a Câmara Municipal assobia para o lado naquelas que são da sua responsabilidade. Cabe à Câmara fazer o seu trabalho e fazê-lo o mais rapidamente possível”, exige por fim o conhecido dirigente político-partidário torriense.

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