Rui Oliveira décimo na sexta etapa
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O português Rui Oliveira foi ontem o décimo classificado na sexta etapa da Volta a França do Futuro. Marcelo Salvador, ciclista da equipa da Academia Joaquim Agostinho, cortou a meta na 88º posição.

A Dinamarca apostou forte na última etapa mais ou menos plana da competição, lançando três corredores para o grupo de nove que se manteve em fuga até ao final. O pelotão esteve atento e não deu mais de dois minutos de margem aos fugitivos, mantendo em aberto a possibilidade de uma derradeira luta ao sprint. Só que a maior parte dos fugitivos resistiu e, ainda que com uma curta margem, discutiu a vitória na etapa.

O italiano Alessandro Covi foi o mais rápido, seguido pelo irlandês Mark Downey e pelo francês Simon Guglielmi. Apesar de muito batalharem, os dinamarqueses nada ganharam com a fuga de hoje.

Rui Oliveira voltou a ser o melhor representante da Equipa Portugal, fazendo pleno na primeira metade da Volta a França do Futuro: em cinco etapas em linhas ficou sempre no top 10. Hoje foi décimo, a 5 segundos do vencedor.

Tiago Antunes, 64.º, João Almeida, 75.º, Marcelo Salvador, 95.º, e André Ramalho, 108.º, também chegaram no pelotão principal, a 5 segundos do vencedor. Ivo Oliveira foi o 129.º a cortar a meta, a 8m00s.

O francês Alan Riou continua em posse da camisola amarela, dispondo de 1m29s de vantagem sobre os perseguidores mais próximos, os dinamarqueses Andreas Stokbro e Mikkel Bjerg.

Rui Oliveira voltou a subir na geral, sendo agora o 42.º, a 2m32s. Na representação nacional seguem-se João Almeida, 50.º, a 2m37s, Tiago Antunes, 63.º, a 2m51s, André Ramalho, 85.º, a 3m43s, Marcelo Salvador, 88.º, a 3m59s, e Ivo Oliveira, 114.º, a 11m17s. A exigência desta competição fica expressa na média do camisola amarela, cumpridas seis etapas: 45,337 km/h.

Rui Oliveira continua no segundo lugar na classificação por pontos e a Equipa Portugal mantém o 14.º posto na geral coletiva.

Depois de hoje terem cumprido a etapa mais longa da prova, os corredores enfrentam agora uma extensa neutralização de quase 450 quilómetros, entre o local da chegada da sexta etapa e a localidade de partida da sétima, Moûtiers.

A etapa de hoje é a primeira das quatro tiradas alpinas. Os corredores vão cumprir 35,4 quilómetros, entre Moûtiers e Méribel. A curta distância não esconde as dificuldades, já que o acumulado de subida será de 1494 metros e a meta coincide com uma montanha de primeira categoria. Tendo em conta a longa viagem de neutralização, a sétima etapa apenas começa às 17h00 locais de quinta-feira, 16h00 em Portugal.

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