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Em nota de imprensa enviada à comunicação social, a organização do Carnaval de Torres deixa o convite à população para marcar presença no primeiro ato do Carnaval 2017.

Desde 1999 que a inauguração do Monumento do Carnaval constitui o “lançamento da primeira pedra” do Carnaval de Torres Vedras, o momento que marca o início da festa e acelera os “preparativos”. Folião que é folião inicia o seu aquecimento e já não pára.

Centenas de mascarados, individualmente ou em grupo, irão concentrar-se às 17h00 junto do Mercado Municipal, partindo em cortejo em direção à Praça da República onde chegam pouco antes das 18h00. Além dos grupos de mascarados, integrarão a comitiva Suas Altezas Reais, o Rei e a Rainha do Carnaval de Torres, elementos da Confraria do Carnaval e representantes das “Marias Cachuchas”, “Ministros e Matrafonas”, “Fidalgos”, “Lúmbias”, “Cavalinhos”, “OSGA”, ”Ribombar” e os nossos tradicionais cabeçudos.

Presença já confirmada na inauguração do Monumento é a de Júlio Isidro, figura mítica da televisão nacional que muito contribuiu para a promoção do Carnaval de Torres Vedras na década de 80 e que será homenageado após uma sessão de autógrafos do apresentador e escritor no Restaurante Papafina (Edifício Banix), entre as 15h00 e as 17h00, a propósito do seu livro “O Programa segue dentro de momentos”.

Mas há outras grandes figuras confirmadas na inauguração do Monumento do Carnaval de Torres Vedras 2017: “No sótão da casa de bonecas, Anabel Merkle ensaia mais um dos seus momentos de terror: controla com o comando à distância o robot da austeridade. Do alto da varanda do Parlamento Europeu manipula, com frieza e movimentos programados, as marionetas da nação, que tão obedientemente executaram e executam as medidas mais agrestes e indesejadas (são eles Passos e Costa).

O boneco Cameron, vítima das suas próprias brincadeiras, está de saída do Parlamento(Brexit).

O elenco de Pinóquios conta ainda com outros “artistas”, os ex-primeiro ministros. À direita os Pinóquios de direita (Passos, Santana, Durão e Cavaco) agradecem ao público (que são os verdadeiros bonecos) os votos, os sacrifícios e o aperto do cinto. À esquerda os Pinóquios de esquerda (Soares, Guterres, Sócrates e Costa), orgulhosos com o sucesso da sua peça de teatro que deixa os espetadores defraudados e “depenados”. E neste elenco de mentirosos reina a arte da representação ao melhor nível… e quem vier atrás que feche a porta!

De olhos postos no chão, amargurados e resignados, os membros da família Lego Silva abandonam o palco rumo a um futuro incerto e pouco promissor. Estão no fundo da pirâmide, e foram as vítimas fáceis da avalancha das medidas de austeridade do robot, aplicadas pelas marionetas Passos e Costa e o conluio dos bancos. No fundo do palco jaz (emoldurado) o símbolo máximo do poder e corrupção de bancos e banqueiros

(Ricardo Salgado), que em muito contribuíram para que a família Silva veja a sua casa penhorada a voar (nem o Bobi lhes ficou para consolo)… e tudo o vento levou! O velhinho Fiat 600, herdado do avô, também não escapou à penhora, e o biberão vazio do bebé augura pouca abundância e tempos difíceis.

Os heróis do Toy Story, assistem na 1ª fila a todas estas brincadeiras (de mau gosto).

Estão em choque, desiludidos e tristes com a vida real dos humanos.

Woody lavado em lágrimas de amargura, partilha o lenço molhado com Jessie. O Sr. Cabeça de Batata arranca os próprios olhos, decidido a não continuar a assistir a tão deprimente peça. E o herói Buzz Lightyear está prestes a suicidar-se com a sua própria pistola de laser…não se conforma.

E a crise estende-se ao sub-palco (o espelho do sub-mundo), onde a Barbie, depois de muitos anos na ribalta, se vê forçada a prostituir-se para manter o nível de vida a que se habituou. E enquanto o chulo Ken conta as notas, o Nenuco, o Noddy e o ursinho

Teddy Bear esperam impacientes a sua vez, e que Bob o Construtor acabe depressa o servicinho…

Noutro quarto podem ainda ver-se os Piçamons (versão fálica dos Pokémons) disponíveis para os caçadores mais auspiciosos. E para os mais corajosos há ainda o salão dos walking deads – seres tenebrosos inspirados em personagens verídicas do Carnaval de Torres (eles “andem” aí!!).

E os foliões podem ser voyeurs desta dimensão alternativa, o verdadeiro bas fond, se ousarem dar uma espreitadela a estas divisões situadas na base do monumento.

Brinquedos, brincadeiras, teatro, marionetas, jogos (de poder), espetáculo, arte, lágrimas e gargalhadas, pinóquios e pinocadas, previstos e imprevistos… Está tudo aqui no verdadeiro monumento ao Carnaval mais português de Portugal.”

A partir das 21h30, o Pavilhão Multiusos da Expotorres acolherá o Encontro de Gentes do Carnaval, com concerto de “Carapaus, Azeite & Alho” e muita animação, é aberto à participação de toda a população.

 

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