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Decorreu no fim-de-semana passado em Torres Vedras e contou com a presença de Carlos Miguel, secretário de Estado das Autarquias Locais e Rosa Monteiro, secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.

A II Academia de Política Cigana de Portugal decorreu no último fim-de-semana no Torres Vedras LabCenter e na sessão de abertura, Rosa Monteiro, secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade não deixou dúvidas: “todos vocês são grandes políticos.”

Carlos Bernardes, presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, reforçou esta ideia afirmando que “tudo o que fazemos é política” e lembrando que “a luta é constante naquilo que são os desafios da nossa vida.”

A iniciativa, organizada pelo Conselho da Europa em parceria com a Associação Cigana – Letras Nómadas, reuniu 30 ciganos de diferentes regiões do país para discutir o envolvimento e participação daquela comunidade na vida política nacional.

No segundo dia da Academia as vozes foram marcantes: Catarina Marcelino, membro do Parlamento Português, falou sobre a importância de uma estratégia para a intervenção política. Seguiu-se Carlos Miguel, secretário de Estado das Autarquias Locais, que falou do percurso que o levou a presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras e a membro do actual Governo.

O secretário de Estado lembrou ainda que “a vida é feita de pequenos nadas” e incitou os membros da Academia a envolverem-se activamente na vida do meio em que vivem.

A cidade de Torres Vedras teve grande destaque nesta iniciativa, Marcos Andrade, coordenador de programas do Conselho da Europa, sublinhou que Torres Vedras se destaca no trabalho para a integração das comunidades ciganas.

No final, seguiu-se uma apresentação feita pelas alunas de dança cigana da Associação Musical MúsicÀlareira ao som de “Volare” dos Gipsy Kings. A II Academia de Política Cigana de Portugal ficou ainda marcada pela presença de Juan de Dios Heredia, presidente da União Romani e antigo deputado e eurodeputado cigano espanhol, que Carlos Bernardes lembrou ter escrito “pelo seu punho” a Constituição Espanhola.

 

 

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