Torreense envia propostas à FPF relativas à próxima temporada de Futsal
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Após ter tomado conhecimento da decisão da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e da Associação de Futebol de Lisboa (AFL) de dar os campeonatos sobre as suas jurisdições por terminados, não havendo descidas nem subidas, o Sport Clube União Torreense, que se encontrava em primeiro lugar no Campeonato de Futsal Sénior Masculino da I Divisão da Associação de Futebol de Lisboa, revela hoje em comunicado enviado à ONFM, as propostas enviadas à FPF relativas à próxima temporada de Futsal.

O clube de Torres Vedras apela à FPF e à AFL para que seja levado em conta “o crescimento do interesse do futsal em Torres Vedras e o caminho imaculado do Torreense até à 20ª jornada do campeonato“, apesar de concordar que “muito dificilmente seriam garantidas as condições de saúde pública necessárias para a retoma das competições distritais” e está, por isso, solidário com a difícil decisão tomada pela FPF e pela AFL dar por terminadas as competições.

Para o clube, negar a possibilidade do Sport Clube União Torreense de subir às competições nacionais e desvalorizar o investimento financeiro realizado pelo clube “é negar o aumento da qualidade do Campeonato da I Divisão da AFL, a descoberta de talento e a melhoria das condições de atletas, treinadores e adeptos que o clube proporcionou nesta época depois de ter garantido a subida de divisão na época passada em que abriu a secção de futsal no clube”.

“Não haver descidas de divisão dos clubes que participaram na época 2019/2020 na II Divisão Nacional”; “2º Subida dos clubes das competições distritais classificados na primeira posição no momento da suspensão dos respetivos campeonatos” e “3º Criação de mais duas séries na II Divisão Nacional ou, em alternativa, aumentar o número de equipas em cada série da II Divisão Nacional”, são as propostas do Sport Clube União Torreense para a época desportiva 2020/2021 da II Divisão Nacional de Futsal

Esta proposta visa, essencialmente, manter todas as equipas existentes na II Divisão Nacional, à exceção dos primeiros classificados das fases de subida no momento da suspensão dos campeonatos pela FPF (que deveriam subir à Liga Placard), bem como a integração de todas equipas líderes das provas distritais no momento da suspensão das provas.

Esta é uma proposta que apesar do aumento de 20 equipas, passando das atuais 60 para 80 equipas na II Divisão Nacional, “possibilita a manutenção do período competitivo não comprometendo por isso os timings para o arranque da próxima época”.

“É uma proposta que não representa um aumento de encargos para os clubes, possibilitando a merecida progressão e o aumento da competitividade”, revela o clube de Torres Vedras em comunicado.

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