Torres Vedras com obras em curso de 12,3 milhões de euros
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A Câmara de Torres Vedras lançou concursos ou tem em execução várias obras de reabilitação integradas no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano para a cidade.

A Câmara de Torres Vedras lançou concursos ou tem em execução várias obras de reabilitação integradas no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano para a cidade, orçadas em 12,3 milhões de euros, revelou hoje fonte da autarquia.

Num balanço feito à agência Lusa, a autarquia informou ter em execução a construção de uma rede de ciclovias, uma obra de meio milhão de euros para criar condições de segurança e incentivar as deslocações a pé ou em modos suaves de transportes, entre a casa e o trabalho ou a escola.

Com cerca de 172 mil euros, a extensão da rede de estações de disponibilização das bicicletas públicas ‘Agostinhas’ está concluída, tendo sido criados seis locais, cada um com oferta de 10 bicicletas.

Prevista terminar no final do ano e com um custo de cerca de 359 mil euros está a instalação de 47 sistemas inteligentes de controlo de tráfego, com medidores de velocidade e detetores de bicicletas e peões, para disciplinar os automobilistas e levá-los a cumprir os limites de circulação dentro dos meios urbanos.

Com custo de 496 mil euros, decorre até ao final do ano a empreitada de instalação de 25 painéis digitais informativos com a indicação em tempo real dos tempos de espera dos transportes, horários e preço dos bilhetes.

Até junho, deverá ficar concluída a instalação de 12 novas paragens de chegada e confluência de transportes públicos em locais da cidade, um investimento de 369 mil euros.

Estas intervenções inserem-se no Plano de Ação de Mobilidade Urbana Sustentável.

Já no âmbito do Programa de Ação de Regeneração Urbana e Social para a zona norte da cidade, o município está a investir 3,5 milhões de euros na reabilitação, até ao final do ano, do antigo matadouro da cidade para o transformar no Centro de Artes e da Criatividade, o futuro museu do Carnaval.

A respetiva zona envolvente está também a ter obras de requalificação urbana e paisagística até junho, no valor de 1,5 milhões de euros.

Na mesma zona, está em curso, até ao final deste ano, a requalificação paisagística e ambiental da Vala dos Amiais (301 mil euros) e a reabilitação paisagística da encosta do Choupal (890 mil euros).

O município lançou concurso, no valor de 683 mil euros, para obras, até final de 2020, do Polo Social e Cultural, um espaço que vai acolher associações e eventos.

Já foi também lançado concurso para a reabilitação do espaço público envolvente aos bairros Floresta, Reis e Barreto, uma empreitada de meio milhão de euros prevista ficar concluída até junho de 2020, após ser iniciada.

No âmbito do Plano de Ação Integrada para as Comunidades Desfavorecidas, a autarquia adjudicou obras do projeto de intervenção comunitária através das artes “Somos Comunidade” (235 mil euros) e da casa comunitária “Porta do Bairro”, com programação cultural e recreativa (240 mil euros), as quais deverão terminar no final deste ano.

O programa de habitação social para a Encosta de São Vicente, com aquisição e reabilitação de edifícios para realojamento de famílias carenciadas, tem a sua primeira fase em execução até final deste ano, enquanto para a segunda fase foi lançado concurso.

Falta lançar concursos para três intervenções num total de 1,3 milhões de euros.

As obras são financiadas em 85% por fundos comunitários.

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6 COMENTÁRIOS

  1. E as estradas?
    Para quando será?
    Não existe uma entrada em Torres Vedras de jeito, então quem vem da Lourinhã, minha nossa.
    Estão a colocar a cidade apresentável, o que é muito bom, mas quem vem de fora o que encontra em primeiro, são as estradas que metem dó.
    É só a opinião de quem faz esta estrada muitas vezes.

  2. Absolutamente de acordo. A estrada de Torres Vedras a Matacães é um bom exemplo: placa de “piso em mau estado” há vários anos!…

  3. Esta notícia cheira a propaganda! Mesmo a tempo de eleições…

    172 mil euros, para Agostinhas: a 10€ por ano, tiveram que oferecer cartões aos jovens, se não ninguém usa. É mais caro o cartão da bicicleta que o selo de estacionamento para residentes

    359 mil euros para a instalação de 47 sistemas inteligentes de controlo de tráfego: qual o custo anual de manutenção deste sistema?

    496 mil euros para a instalação de 25 painéis digitais informativos: 20mil€ por painel?! para indicar horários, bastava uma placa em PVC! Para indicar tempos de espera, como é que eles vão fazer isso, é preciso instalar um sistema de geo-localização nos autocarros ou vai ser por estimativa? Que autocarros/carreiras, quantos veículos, qual o custo disto? Qual o custo anual de manutenção deste sistema?

    O programa de habitação social para a Encosta de São Vicente, com aquisição e reabilitação de edifícios para realojamento de famílias carenciadas. Quantas habitações? Afinal se há famílias carenciadas, porque não estender o programa de apoio ao arrendamento? Porque não no centro, ou vai continuar a haver habitação no centro apenas para classe alta?

    As obras são financiadas em 85% por fundos comunitários. Quanto é os outros 15% pagos pela Câmara? Diminuindo custos de alguns destes projectos, quanto podia ser direccionado para a estrada de Matacães, estrada da Fonte Grada, arruamentos do Hilarião, etc, etc…

  4. “47 sistemas inteligentes de controlo de tráfego, com medidores de velocidade e detetores de bicicletas e peões, para disciplinar os automobilistas”
    Onde pára a Promotorres? Onde pára a PSP?

    “painéis digitais informativos com a indicação em tempo real dos tempos de espera dos transportes”
    A Barraqueiro chega-se à frente com quanto? É no interesse deles também, melhores autocarros, mais utentes. Ou é só receber o €€ para se andar em autocarros à chuva e com pulgas?

    “intervenção comunitária através das artes “Somos Comunidade” (235 mil euros) e da casa comunitária “Porta do Bairro”, com programação cultural e recreativa (240 mil euros)”
    E a Galeria dos Paços do Concelho? e o Porta 5? e o Cine-Teatro?

    Que tal pouparem na oferta da Revista Municipal que só serve de propaganda, e passarem a oferecer a Agenda Municipal muito mais útil para quem procura eventos culturais?

    Esta Câmara tem tudo trocado!

    “683 mil euros, para obras, até final de 2020, do Polo Social e Cultural, um espaço que vai acolher associações e eventos.”
    Onde? Qual a taxa de ocupação da expotorres e a retabilidade? Que associações?

  5. Está a aproximar-se as eleições, e á que prometer pois nada custa, a fiscalização da velocidade dá muito dinheiro e há que ir buscá-lo para lhes encher os bolsos, as pessoas que lá trabalham vivem noutras aldeias do concelho abandonadas muitos sem estradas capazes outras sem saneamento capaz e sem autocarros para se deslocarem á cidade e São Estas pessoas as mais prejudicadas e que no fundo também pagam para que os da cidade tenham tantos benefícios ,, vendo as Suas aldeias abandonadas pela câmara municipal …

  6. OK tudo muito bonito, mas não estou a gostar deste centralismo, apesar de viver na cidade, de que serve uma ciclovia, tendo em conta o código da estrada, para diminuir o passeio, para quê uma estrada com duas vias, e porque tenho eu de pagar paquímetro, estou verdadeiramente insatisfeito com a cidade e em ponderação para a abandonar, quantas pessoas vivem e trabalham em torres Vedras. Estou triste com a câmara e seus arquitetos.

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