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Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Torres Vedras apresentou o Relatório Anual de Atividades de 2020.

A Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Torres Vedras apresentou publicamente o Relatório Anual de Atividades de 2020, na sessão da Assembleia Municipal de Torres Vedras, no dia 29 de abril de 2021.

A CPCJ, do balanço feito, destaca o aumento de processos instaurados em relação ao ano anterior (em 2020 foram instaurados 245 novos processos de promoção e proteção enquanto que no ano anterior foram instaurados 215 processos).

Segundo o relatório, as entidades que mais sinalizam situações de crianças e jovens em perigo são as autoridades policiais (GNR e PSP) com 96 sinalizações, seguidas pelos estabelecimentos de ensino com 47 sinalizações e em terceiro lugar encontram-se as sinalizações anónimas com 25 comunicações.

Quanto às Problemáticas sinalizadas que deram origem a um novo processo, destacam-se as situações de exposição Violência Doméstica. Em 2020, registou-se um aumento significativo desta problemática (passou de 60 para 93 sinalizações). Também a soma dos diversos tipos de negligência aumentou: de 54 passou para 74 sinalizações.

E o conjunto de situações de perigo em que esteja em causa o direito à educação – problemáticas relacionadas com o absentismo escola, abandono escolar – regista também um número elevado, mas condizente com os anos anteriores: 45 sinalizações.

Salienta-se ainda que a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Torres Vedras manteve sempre a sua intervenção, mesmo nos períodos de confinamento.

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