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A Câmara de Torres Vedras inaugura na segunda-feira a nova biblioteca municipal, resultante de um investimento de 200 mil euros na adaptação de instalações com o objetivo de aumentar o espaço do equipamento e levá-lo para o centro histórico.

A funcionar até agora em parte do primeiro andar do Edifício Multisserviços da câmara municipal, na Avenida 5 de Outubro, a biblioteca “tinha muitas limitações de espaço e também de condições de conforto para os utilizadores”, disse à agência Lusa a vereadora da Cultura, Ana Umbelino.

Com a mudança para o edifício da antiga Moagem Clemente, no Largo Justino Freire, a biblioteca passa a dispor de salas de leitura maiores para adultos e para o público infanto-juvenil.

O aumento do espaço permite ter uma “organização diferente do acervo documental” e “intensificar o programa de atividades culturais”, uma vez que podem funcionar em simultâneo nas diferentes salas.

Além disso, o equipamento vai dispor de um depósito maior e mais organizado, espaço para pesquisa por parte de investigadores, sala de expressão plástica, espaço multimédia, local para exposições temporárias e cafetaria, que até agora não existiam.

Além das obras de adaptação, o investimento incluiu a substituição de computadores, o que permite instalar novas aplicações e ferramentas tecnológicas destinadas sobretudo a cidadãos com necessidades especiais, e a aquisição de mais recursos didáticos e lúdicos, como jogos de consola, para atrair mais jovens.

A mudança de localização da biblioteca tem também como objetivo “criar uma âncora no coração do centro histórico da cidade capaz de gerar um maior movimento de pessoas e dinamizar e revitalizar aquela zona da cidade”, atraindo novos investimentos, explicou a autarca.

Em 2015, o equipamento recebeu quase 60 mil utilizadores e o seu acervo documental foi apetrechado com 2.330 novas entradas bibliográficas, ficando com um total de 73.392 documentos, entre livros e outros materiais.

Com a saída do Edifício Multisserviços, o município vai transferir para aí os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS).

Na última reunião pública, o presidente da Câmara, Carlos Bernardes, apontou para outubro deste ano a data para a transferência dos SMAS, que aí deverão passar a funcionar a partir de novembro.

Esta mudança vai permitir fundir sobretudo as tesourarias e balcões de atendimento da câmara e dos SMAS, que até agora funcionavam em edifícios diferentes, e desta forma rentabilizar melhor os recursos humanos e concentrar e os serviços prestados ao cidadão.

O município possui 645 trabalhadores e os SMAS 167.

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