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 A subida à Serra do Montejunto vai, mais uma vez, ser decisiva no 45.º Grande Prémio Internacional de Ciclismo de Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho, numa prova sem a W52-FC Porto.

A W52-FC Porto, alvo de buscas recentes, que levaram à suspensão do diretor desportivo Nuno Ribeiro, é a grande ausente na lista de equipas presentes na prova, que vai decorrer de 30 de junho a 02 de julho.

Os ‘dragões’ ganharam as edições de 2017, por Amaro Antunes, e de 2018, por José Neves, que foi segundo em 2019 e 2021, atrás de Frederico Figueiredo (Glassdrive Q8 Anicolorque), vencedor das duas últimas edições.

Com 130 corredores na edição deste ano, “é um pelotão com mais ciclistas estrangeiros do que portugueses”, afirmou Francisco Fernandes, presidente do comité organizador da prova, na respetiva conferência de imprensa de apresentação.

Os corredores representam 24 nacionalidades, dos cinco continentes, e 19 equipas, sete das quais são estrangeiras: Euskatel-Euskadi, Israel Cycling Academy, Bai Sicasal Petro de Luanda, Caja Rural, Bahrain Cycling Academy, Burgos BH e Java Kiwi Atlântico.

Glassidrive Q8 Anicolor, Efapel, ABTF Betão-Feirense, Rádio Popular-Boavista, LA Alumínios-Credibol-Marcos Car, Tavfer-Mortágua-Ovos Matinados, Aviludo-Louletano-Loulé Concelho, Kelly-Simoldes-UDO, Atum General-Tavira-Maria Novo Hotel, JV Perfis-Windmod, Alenquer-GDM-Sobralcar e Almodovar são as equipas portuguesas.

O troféu que homenageia o ciclista Joaquim Agostinho começa no dia 30, com o tradicional prólogo de oito quilómetros, que este ano se realiza na vila do Turcifal.

A primeira etapa, prevista para 01 de julho, vai ligar a localidade dos Arneiros, no concelho de Torres Vedras, a Sobral de Monte Agraço, depois de percorridos 150,8 quilómetros.

O terceiro dia de prova é composto por uma etapa de 143,2 quilómetros entre a Atouguia da Baleia, no concelho de Peniche, e a cidade de Torres Vedras.

O último dia volta a ser o mais longo do troféu, com 174,8 quilómetros, e o mais difícil, com a meta localizada, como já é hábito, no alto da Serra do Montejunto, e o início na Foz do Arelho, no concelho de Caldas da Rainha.

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