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Um pelotão com 18 equipas e 125 ciclistas, oriundos de quatro continentes, vai disputar, entre 07 e 10 de julho, a 39.ª edição do Grande Prémio Internacional de Torres Vedras – Troféu Joaquim Agostinho, anunciou ontem a organização.

A corrida portuguesa que integra há mais tempo, ininterruptamente, o calendário internacional terá, este ano, três etapas em linha e um prólogo de abertura, totalizando 488,3 quilómetros, refere comunicado da prova.

Depois de, há um ano, a corrida ter sido decidida apenas nos últimos metros, os locais de chegada repetem-se em 2016 e, teoricamente, os escaladores estarão em vantagem, embora tenham de se defender na tirada de abertura, um contrarrelógio individual de oito quilómetros, a percorrer no Turcifal, em Torres Vedras.

A primeira etapa em linha, dia 08, será a mais longa, com 179 quilómetros, a percorrer entre S. Mamede da Ventosa e o alto de Montejunto, sendo que a meta coincide com uma contagem de montanha de primeira categoria: uma escalada de 5,9 quilómetros (desde Pragança) com uma inclinação média de 7,4 por cento.

A segunda etapa, no sábado, começa nas Palhagueiras e termina no centro da cidade torriense, depois de percorridos 154,3 quilómetros, que incluem o tradicional Circuito de Torres Vedras, proporcionando ao público a oportunidade de ver os corredores em diferentes ocasiões, uma vez que a etapa só encerra à quinta passagem pela meta.

Esta será a única oportunidade para os velocistas, que, ainda assim, terão de resistir ao ‘sobe e desce’ da Serra da Vila, se quiserem disputar a tirada junto à estátua de Joaquim Agostinho.

A corrida termina no dia 10, com a viagem mais curta (147 quilómetros), entre Atouguia da Baleia e o Parque Eólico da Carvoeira, estando a meta no final de uma contagem de montanha de terceira categoria.

(Foto: Guia da Cidade)

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