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Movimento Cívico Unidos por Torres Vedras realizou esta manhã uma conferência de imprensa sobre relatório e contas dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Torres (SMAS) em 2021.

Esta terça-feira, dia 19 de abril, o Movimento Cívico UNIDOS por Torres Vedras, realizou uma conferência de imprensa sobre o relatório e contas do SMAS no ano de 2021.

Sérgio Galvão, Presidente dos UNIDOS por Torres Vedras, começou por referir a última reunião de câmara, dia 12 de abril, onde foram aprovadas as contas do ano de 2021 da Câmara Municipal de Torres Vedras, da Protomotorres EM e do SMAS.

Em 2021, o Movimento ainda não tinha sido criado, tendo, por esse mesmo motivo, optado pela abstenção da aprovação das contas da Câmara Municipal de Torres Vedras, da Promotorres EM e do SMAS. Os UNIDOS salientam, ainda, que não deixaram de realizar comentários quanto às contas das três entidades.

Ao iniciar a temática da conferência, Sérgio Galvão cumprimentou a Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, elogiando o equilíbrio da CMTV. Contudo, não deixou de referir que as despesas com pessoal passaram de 18 milhões de euros (em 2020) para 19 milhões de euros (em 2021), as despesas com serviços externos para 13 milhões de euros. Já os empréstimos, no ano de 2021, foram um total de 11 milhões de euros.

Focando-se nos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento, o Movimento Cívico Unidos por Torres Vedras referiu que o serviço verificou uma gestão financeira saudável durante muitos anos. No entanto, em 2021, obteve um saldo líquido negativo de 619 000 euros.

Apoiando-se no estudo realizado em dezembro 2019 pela Defining Future, Sérgio Galvão admite que era previsível para o SMAS um futuro eficiente e equilibrado.

No entanto, no Relatório de Contas de 2021 dos SMAS é apresentado o resultado Operacional das 3 atividades dos SMAS:

– Água = resultado positivo de 292.436,69 euros;

– Saneamento = resultado positivo de 301.339,32 euros;

– Resíduos Urbanos  = resultado negativo de -1.210.456,89 euros.

Ao terminar a conferência de imprensa, foi referido ainda pelo Presidente do Movimento Cívico UNIDOS por Torres Vedras que é “um desastre aumento das tarifas e a injeção de capital por parte da câmara municipal”, tendo sido “estragado um serviço municipal de excelência” e que a situação precisa de ser “revertida“.

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