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O Grupo dos Vereadoresdo UNIDOS por Torres Vedras – Movimento Cívico, propôs na sessão pública de Câmara da passada terça-feira, realizada em São Pedro da Cadeira, que seja desenvolvido um “Programa Municipal de Habitação Jovem”, orientado para combater a escassez de oferta no mercado imobiliário para esta faixa etária.

Há um esforço suplementar que temos de fazer para a habitação jovem“, disse Diogo Guia, vereador do UNIDOS por Torres Vedras – Movimento Cívico.

A proposta consiste na identificação e reabilitação de edifícios e consequente disponibilização de residências para jovens torrienses, a preços controlados e acessíveis, “de modo a atrair e fixar no território de todo o concelho, nas diversas freguesias, jovens residentes em Torres Vedras ou oriundos de outros concelhos limítrofes“.

Em comunicado, os UNIDOS explicam quais são os objetivos estratégicos desta proposta: “reforço das condições e soluções de habitação para que os jovens possam permanecer e trabalhar no nosso concelho; a promoção de um cadastro de imóveis municipais com perfil adequado, em todo o concelho, de modo a analisar o potencial estratégico para habitação jovem; a aquisição de edifícios abandonados, degradados ou devolutos com potencial, localizados em ARU´s – Áreas de Reabilitação Urbana, na cidade e em todas freguesias do concelho, transformando-os em imóveis de tipologia T0, T1 e T2 para aumentar a oferta residencial destinada à comunidade juvenil; a dinamização do mercado de arrendamento, alargando a oferta disponível nas várias zonas urbanas do concelho; por último, o incentivo à mobilidade e acessibilidade dos jovens, em especial para as zonas interiores do concelho, promovendo a atratividade para aí constituir ou procurar residência“.

Em comunicado, o movimento realça ainda a importância da criação de um Portal Municipal da Juventude onde esteja disponível uma rede de arrendamento municipal com todos os imóveis, públicos e privados, no concelho, disponíveis para arrendar por um valor justo e acessível e, igualmente, uma plataforma de submissão de candidaturas, semelhante ao programa ‘Porta 65’, “para atribuir subsídios financeiros mensais aos que reunirem determinados requisitos obrigatórios para obtenção de renda apoiada“.

A isenção de impostos municipais como o IMI e IMT, durante períodos alargados na aquisição de habitação própria para um público-alvo dos 18 aos 35 anos, foi também uma sugestão deixada por Diogo Guia, vereador dos Unidos, em reunião do executivo.

Em resposta ao vereador, a presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras disse que há uma estratégia local de habitação que, apesar de ter um financiamento limitado, acredita que “dentro dos 9 milhões que estão definidos para essa estratégia, uma fatia caberá para atrair os jovens“.

A Carvoeira é uma das freguesias que tem um levantamento todo feito das potenciais casas para adquirir ou para apoiar no sentido de haver uma reabilitação desses espaços para habitação acessível, para incluir dentro da estratégia local de habitação“, acrescentou Laura Rodrigues.

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