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No Manuel Marques avizinham-se dias marcados por um ritmo intenso. O Torreense, que se encontra na vice-liderança da Série F do Campeonato de Portugal Prio, recebe o Caldas já amanhã. Na próxima Quarta-Feira, pelas 15 horas, é a vez do Chaves se deslocar ao reduto do SCUT para disputar a passagem aos quartos-de-final da Taça de Portugal. “Temos de ter uma força de trabalho muito grande, que tem sido aquilo que nos caracteriza” destaca Rui Narciso ao Torres Vedras Web. O técnico do Torreense não tem dúvidas de que o dérbi do Oeste será “um jogo muito difícil para ambas as equipas. Provavelmente vai ser um jogo discutido nos pormenores, em que vamos tentar dar o nosso melhor e estar o máximo concentrados possível.”

Por todas estas razões, lembra, “o resultado do jogo é sempre imprevisível.” A equipa das Caldas da Rainha encontra-se na quinta posição da tabela classificativa, a 14 pontos do Praiense, que lidera a competição. O treinador torriense desvaloriza a vantagem da equipa da casa, salvaguardando o respeito pelo adversário. Mas não deixa de frisar que “mantemos aquela ambição que temos tido e vamos fazer de tudo para dar mais uma alegria aos nossos adeptos e podermos brindá-los com uma vitória no final dos 90 minutos.”

O objectivo passa por “dar o melhor contra o Caldas e ser o mais competente possível, para no final do jogo estarmos de consciência tranquila e felizes com a hipótese de conquistarmos mais três pontos para o Torreense.” Quanto ao embate a contar para os oitavos-de-final da Taça, Narciso afirma que se trata de “um jogo para usufruir”  e garante que só começa a pensar nisso depois do jogo de amanhã. “Tanto a equipa técnica, como a estrutura e os jogadores – e sobretudo eles – estão apenas focados no jogo com o Caldas. Neste momento, só isso é que importa” conta.

“O registo que temos feito até agora, com uma média superior a 2 pontos por jogo, é um balanço muito positivo que obrigatoriamente temos de fazer.” Ainda faltam seis jogos para o final da primeira fase da época, mas o certo é que os bons resultados têm pautado a caminhada do SCUT. Uma derrota e dois empates ao fim 12 jogos permitem traçar um cenário bem diferente daquele que se vivia há um ano atrás. “O Torreense no ano passado fez 26 pontos na primeira fase. Neste momento já fez 29 e faltam 6 jogos para terminar a primeira fase.” Mas Rui Narciso não se deixa levar por entusiasmos. “Está tudo por decidir. Não ganhámos nada, temos de manter a mesma humildade que nos tem caracterizado e não nos podemos deixar desfocar. Essse não é o nosso ADN.” A estratégia é simples, e passa por mostrar trabalho feito a cada jogo. “A nossa responsabilidade é dar o nosso melhor e fazer tudo o que podemos e que sabemos em prol do Torreense. Queremos deixar uma boa imagem da equipa pelas pessoas de Torres Vedras.”

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