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Visitas guiadas ficcionadas a uma Torres Vedras imaginária foram proporcionadas entre os dias 16 e 18 de julho.

Tratou-se da atividade “Inverosimilis”, por meio da qual os participantes na mesma foram desafiados a conhecer a Cidade, os seus recantos e monumentos, não só através dos olhos, mas também dos ouvidos e da imaginação.

A atividade consistiu num périplo pela zona histórica de Torres Vedras, com recurso à utilização de headphones descartáveis, por meio dos quais se escutava a narrativa de Luís Carmelo Correia, baseada em factos reais que se misturavam com elementos ficcionais. A narrativa, que assentava em lendas, relatos e testemunhos locais, era complementada por ambientes sonoros criados por Miguel Neto, tendo para a atividade o artista plástico Carlos Augusto Ribeiro criado uma instalação pop-up que foi proporcionada na Praça Machado Santos. 

“Inverosimilis” foi uma produção da cooperativa cultural Memória Imaterial que contou com os apoios da Câmara Municipal de Torres Vedras e da DGARTES.

De referir que nas três ações desta atividade foi atingido o número de máximo de inscrições permitidas.

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